Nossa cidade é linda!

Ao enumerar as coisas boas acabamos tendo um pouco de dificuldade, afinal, o que é bom é pra ser bom mesmo, ou “normal”, então não nos incomoda a ponto de marcarmos cada ponto positivo. As coisas tranquilas não nos perturbam, logo o que sobra para ser comentado ou retaliado são as anormalidades, o que, pelo contrário, faz com que nos indignemos. O ser humano sabe criticar e enxergar de fato só as coisas que são ruins em qualquer situação e o elogio foi trocado por um dever ser.

Concordo que haja cenários lindos e maravilhosos em São Luiz, concordo também que temos uma cidade tranquila, garantido paz à criação de nossas crianças e também temos ótimas escolas. Temos tradição, cultura, povo hospitaleiro, gente educada, o povo é de primeira. Sem dúvidas somos o melhor que podemos ser para turistas.

Se tratando de quesitos como beleza e tranquilidade, ótimo, são perfeitamente preenchidos também, em relação às metrópoles, ixi, só de lembrar em pegar vários ônibus para chegar no trabalho dá um desânimo, o que aqui é diferente, tudo é pertinho, tudo bem bom. Bem…

Vamos sair um pouco do ponto principal da cidade? Vide bairros, vilas… Se for pra falar da cidade, que seja contemplado o todo e não só o centro comercial. O centro é bonito, é agradável, vejam, não discuto isso, e por favor, não se ofendam, pois moro aqui há 17 anos, falo do que vejo, do que vivo, falo de mim, da minha casa, da minha família, do meu dia-a-dia, enfim, já me sinto ofendido o suficiente. Não precisamos ir muito longe do centro com o objetivo de buscar boas razões para se descontentar. Não falo de coisinhas. Falo de questões básicas de funcionalidade, que envolvem a vida diária das pessoas, de trabalhadores, e cito como exemplo fundamental as nossas ruas que são intransitáveis. No centro não se vê isso. No centro é lindo e maravilhoso – sim, mas no centro.

Quando saio de casa, todos os dias vejo isso: http://www.facebook.com/photo.php?fbid=2013251905584&set=a.1825072281211.76870.1672386147&type=3&permPage=1 // Seria uma boa razão (por experiência própria) para ir defronte à tudo que foi dito até aqui. Minha rua é a parte mais importante da cidade pra mim e pra minha família e se eu não ver motivos que possam me alegrar quanto à tudo isso partindo da minha rua, uma vez que faço tudo que todos fazem (contribuição) e tenho o direito de exigir algo bonito pra mim também, vou acabar achando que o privilégio do bom e do melhor está para quem mora no centro e eu poderia dizer quem sabe que o bom mesmo é poder usufruir das coisas boas que só o pólo comercial de São Luiz pode proporcionar.

Podemos elogiar São Luiz, mas as demagogias não podem sobressaírem-se aos fatos vergonhosos. Agora, que bela Administração Municipal a gente tem hein?

Minhas filosofias

R10 x Torcida Tricolor Gaúcha

Nesse último domingo eu presenciei uma das melhores atuações do Grêmio nessa disputa de 2011, senão dos últimos anos.

Em campo, diante do Flamengo, existia um ambiente de decisão. Criou-se uma enorme rixa com o adversário nessa última semana em função de um de seus atacantes. “Traidor”, “Sem caráter”, “Mercenário”, … o quê mais?

Sou torcedor do Grêmio desde sempre, mas hoje, pelo grande movimento feito contra o R10, de maneira humilhante, eu esperava que meu time levasse uma boa sacolada do Flamengo. Vejam bem tricolores! Eu disse “esperava”. Não disse “desejava”. Por sorte foi diferente, não é?

Em suma, não concordo com esse movimento em prol de toda essa humilhação contra o atacante rubronegro. Eu também fiquei tão chateado quanto os demais gremistas, mas, pensando bem, ele nos deve gratidão, não mais que isso.

Do quê reclamamos? É pela falta de consideração com o Grêmio? Por não termos o deleite de ver ele jogando aqui de novo? Desde sempre o futebol é negócio. Deixem o cara viver. Deixem-no jogar seu futebol em paz. O que ele podia fazer pelo Grêmio ele fez e não dá pra exigir mais da pessoa quando ela não pode dar.

Seus interesses só dizem respeito à si. Se ele errou, errou. É passado, agora, humilhar o cara por uma opção que ele fez considerando milhões em negociação, não acho que seja coerente. Acredito que ele tenha sofrido para decidir em que time ficar naqueles dias de grande especulação.

As pessoas podem errar. Serem gananciosas, vistas por nós, talvez por uma interpretação errada ou mal fundamentada, como também, podem sofrer, ao escolher errado, se arrependerem e poucos saberem disso. Enfim… Diante de tudo e todas as possibilidades, nada mais correto é respeitar a decisão da pessoas e continuarmos admirando aquilo de melhor que elas podem nos proporcionar.

Não estou sendo apenas contra o movimento humilhatório, bem como demagogo. Estou apenas usando princípios base do ser humano para sugerir uma reflexão sobre isso. Ninguém gostaria de ser crucificado tanto tempo por uma decisão tomada, sendo boa ou ruim. Respeito é bom. Compreensão também.

O Ronaldinho não roubou de ninguém. Não matou ninguém. Não abusou de ninguém. Apenas negociou seu salário, para seguir dando uma boa vida a si e família, bem como qualquer trabalhador. Valorizemos o que ele fez pelo Grêmio no passado. Faltar com respeito com o cara já é demais e isso acaba denegrindo a imagem de toda a torcida tricolor gaúcha, e tem quem possa dizer que somos recalcados. Isso pode até mesmo influenciar na nossa forma querida de ser, vista de fora do estado.

Favor refletir sobre.

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A força de uma ideologia: professores

Eventualmente paro para analisar as coisas que me rodeiam. Posso analisar qualquer coisa, principalmente aquilo que me incomoda. Tenho um bom olhar crítico. Sou modesto também.  Dessa vez parei para ver a euforia de um início de dia com as crianças indo pra escola. Não só isso, mas também a imagem do professor nesse contexto e imaginei como seria o mundo sem professores, sem escolas. Parei de pensar nessa besteira porque tive a rápida conclusão de que o mundo não seria coisa lá muito boa.

Minha mãe é professora e eu encontro pelo menos 3 outros professores na faculdade (quando me ausento de algumas aulas) durante a semana e me pergunto: O que motiva um professor a ser professor, a buscar que seus alunos entendam o que lhes é ensinado, a mudar o mundo procurando formar bons cidadãos?

Não me digam que é um bom salário (como na faculdade) porque não há coerência alguma em relação aos professores do ensino fundamental e médio que têm pífios salários e lá estão, firmes e fortes. E falo mais, quem tem um salário menor acaba tendo menos condições de ter uma vida melhor, acaba tendo mais preocupações e de certa forma, tem muito mais coisas contrariando suas vontades de irem pra escola lecionar. Alguns nem carro tem e precisam passar longas horas dentro de um ônibus, quando não trocam de linhas nesse mesmo trecho, até chegar a uma escola  e outros vão a pé, mesmo sob mal tempo.

Nossos professores sofrem. Minha mãe mesmo já chegou em casa incomodada, chateada, desiludida com algumas classes, alunos. Têm muitos que não se importam com nada e de fato vão pra escola só pra incomodar. Cadê a educação dessas crianças? Não adianta chamar pai, mãe, avó, avô, tio… qualquer que seja para informar-lhes da má conduta de seus tutelados porque falo de alunos do ensino médio, pré-adolescentes que já tem formação de caráter e discernimento, que dificilmente apresentarão melhorias em curto período de tempo na sua forma de ser, por estarem na idade de acharem que são importantes e ao mesmo tempo de não ter responsabilidade com nada. E quando os pais vão discutir sobre o modo de ser de seus filhos na escola, a maior parte deles criticam os professores e a forma como conduzem suas aulas, quando não se importam e ainda acham bonito a atitude dos filhos ao passarem a mão no bum-bum das meninas.

Vejam só, ainda estou falando do quão dura é a vida de um professor e continuo me perguntando: O que os motiva?

Será que esses interesses são mesmo pela questão empregatícia? Será a ideologia e a busca de um mundo melhor?

Porque estou falando dos professores? Simples, são eles que promovem de fato a nossa independência. São essas pessoas que nos ensinam a ler, escrever, pensar, estudar, pesquisar, enfim, nos preparam para o trabalho, nos dignificam apresentando maneiras de descobrirmos nossa essência, nossos dons. São eles  que apresentam modelos de hábitos para a vida que naturalmente segue em contínua evolução. Enfim, são basicamente elementos fundamentais na nossa vida, principalmente voltada para questão profissional, de modo a formar brotos independentes de opinião e atitudes.

Eu poderia estar falando besteira se as pessoas deixassem de se preparar para lecionar e simplesmente acordassem desse sonho de ser professor, mas não, ainda há algumas demandas pelos cursos de matemática, física, química, biologia, história entre outros em faculdades do país inteiro, sabendo esses que a renda de um professor não é merecedor de qualquer manifesto de satisfação.

Esse interesse em lecionar “ainda” existe, não sei até quando, mas é importante ressaltar a dificuldade de encontrar profissionais qualificados ou especializados em determinadas disciplinas.

A demanda das escolas é grande. Os salários são pífios e a ideologia se parece fraca diante de uma realidade pouco favorável. Ou nosso país toma jeito e valoriza agora, ou teremos problemas quando decidirmos valorizar ao perdemos nossos professores, bem como, esse espírito patriota de formar verdadeiros cidadãos.

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À procura de uma leitura para se apaixonar

Escrever sem história pra contar; sem querer chegar a lugar algum; escrever sem emoção; escrever por escrever, com base em algo que possa lhe perturbar ou simplesmente seduzir – sedução que incomoda, tortura, tira o sono e ao mesmo tempo é combustível para iniciar boas combinações de palavras; escrever sem paixão, sem se importar, é como querer namorar sem se preocupar em dar atenção pra ela, ou então beijá-la por obrigação; escrever sem um propósito é como viver por viver, sem ter nada pra fazer, ócio depressivo, que faz adoecer.

Não tenha medo de escrever. Não siga regras ou padrões de escrita. Preocupe-se em passar sua ideia. Comece agora! E quando o fazer, procure fazer jus à atenção do seu leitor, de preferência escreva algo que faça sentido. Seu leitor é seu chefe. Preste contas à ele com respeito. Uma escrita oficial desprovida de compromisso com o que se escreve pode te fazer ser demitido ou então perder credibilidade. Seja ousado, inovações fundamentadas são de interesse de todos. Liberte-se!

Há quem diga que pensamos para escrever, mas na prática, escrevemos para pensar. Neste ponto parei de escrever para pensar, não porque preciso pensar pra escrever, mas sim porque o que estou escrevendo me fez parar para pensar na sequência daquilo que eu já havia escrito. Se pensássemos para escrever, não teríamos cuidados com as conjugações e concordâncias verbais, já que grande parte do que se escreve sugere pensarmos e analisarmos o que melhor se encaixa palavra após palavra. Não é fascinante?

Geralmente quem escreve sem se preocupar com quem está lendo, é também quem não gosta de ler. Particularmente, antes de entrar na faculdade eu lia livros de fácil entendimento, eram histórias, romances, casos fictícios que me faziam viciar, como aquelas novelas que de alguma forma nos prendem sem que percamos nenhum capítulo. Depois que entrei na faculdade, comecei, por obrigação, fazer leituras acadêmicas, estas mais complicadas de se entender, em alguns casos exigindo repetições e até mesmo pesquisas fora dela.

Percebo que minha facilidade em escrever e até mesmo fazer essas leituras complexas e obrigatórias da faculdade de modo a entender claramente, são decorrentes dos romances, novelas em livros que lia. Certo que foi um período de forte sentimento, quando aprendi a gostar disso.

Gostar é sentir. Caso sintas paixão por algo, sempre terás tempo para aquilo. Como o fumante que sempre tem um tempinho pra dar aquela ‘pitada’, ou aquele bêbado que diariamente dá atenção especial à sua pinga, ou então como um namorado apaixonado, que sempre arruma um tempinho pra sua namorada. Assim também é com a leitura e escrita. Se há paixão, há sempre um tempinho pra isso.

Caso tenhas dificuldade em escrever ou simplesmente odeia ler, experimente algo mais fácil. Comece do simples e vá avançando.

Esforce-se por essa causa, apaixone-se, dedique-se! É uma relação de afeto. Quando há paixão, há sofrimento e é preciso estar ciente disso também. De qualquer forma, como o amor, que surge com a relação e sugere possíveis demoções, há mais momentos bons que ruins e o final é de plena satisfação.

Evolui-se pela satisfação, esta que vem em forma de conhecimento, quando conseguimos ter melhores convicções sobre a vida, principalmente quando compreendemos determinadas más circunstâncias dela. O conhecimento nos tranquiliza. Ao compreender somos mais pacientes com o nosso próximo. Nos tornamos efetivamente melhores como ser humanos. Aprendemos a amar com a razão também, e não só com o coração.

Escrever e ler são práticas de fundamental importância e podem ser, de modo disciplinado, implementadas na vida das crianças, para assim criarmos novos tipos de cidadãos, pensantes, evoluídos, apaixonados pelo saber, com mais chances de mostrar e trazer um mundo com benfeitorias consideráveis. Só teremos resultados efetivos com um novo jeito de fazer, com novos hábitos, e revolucionários.

Viver sem saber, não é viver, é apenas fazer parte disso.

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O comodismo ao redor da pesquisa no direito

A pesquisa se baseia na necessidade. O descaso com o compromisso em saber e procurar mais está ligado diretamente com a ausência de interesse em torno do crescimento pessoal/profissional. Entendo como uma das possibilidades da precariedade em termos de pesquisa, a instalação do comodismo, da vida tranqüila de alguns juristas.

Já foi falado que mais de 30% dos advogados têm praticado suas atividades de maneira anti-ética, visando apenas consideráveis honorários. Desse modo é possível identificar uma maior facilidade em se distanciar do que é essencial no direito, fazer certo e de maneira ética através de meios coerentes, de meios legais.

Quanto à condição presente em quantidade e qualidade de conteúdo para pesquisa, ainda, no Brasil, alguns temas ou áreas do Direito sofrem pela falta de doutrinas consistentes.

Existe um grande acervo de material didático, que auxilia muito em determinados temas jurídicos, como por exemplo, o tema que envolve a Criança e o Adolescente, por intermédio do Estatuto que visa declarar seus direitos, juntamente disso a possibilidade de se encontrar vários pontos de vista, opiniões de especialistas, doutrinas reconhecidas sobre o assunto.

Em outros casos, como por exemplo, a discussão que envolve o Homossexualismo, ainda é algo bastante limitado, pois põe à mesa ainda muitos paradigmas vinculados à discriminação, a não aceitação dos atos homossexuais, seja por cultura, seja por religião, pela ciência, enfim, o que mais é discutido dentro disso é o casamento entre pessoas do mesmo sexo, algo da atualidade, portanto ainda carente de fontes para pesquisa dentro do direito. Atualmente, uma das coisas que é dito em relação à isso, pelo Código Civil, não constitui família aqueles que não são capazes de gerar prole, em outras palavras, se um casal homossexual for considerado ‘família’ a humanidade poderia rumar à extinção, dizem alguns cientistas (fontes de pesquisa nessas situações, fora do direito).

O Brasil supre bem as necessidades básicas de pesquisa, mas não passa muito disso e depende muito do tema a ser abordado. Como os exemplos citados acima.

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A loucura de hoje

Em uma dessas aulas de Sociologia, na URI, verifiquei a possibilidade de medir índices de doenças provenientes do estresse, antes da Revolução Industrial (Capitalismo), e depois. Falo de índice de pessoas com depressão.

Antes do capitalismo as pessoas viviam nas e com suas terrinhas. Eram vidas tranquilas, simples, até poderia haver alguma depressão, mas pelo que pude entender, vivemos baseados em um modelo de vida. Se essas pessoas simples não tinham tantos modos de imaginar (baseado em esteriótipos), talvez elas não se exigissem tanto como poderiam se exigir depois que puderam visualizar (dentro do capitalismo) um modelo novo de vida, esse, já recheado de poder, de domínio, uma vida de luxo, cheio de coisa boa.

Era uma época sem modelos de vida, ou pelo menos, não se fazia essa análise, já que as pessoas plantavam em suas terras para proveito próprio, era essa a forma mais tradicional de sobrevivência. Estou falando do período feudal, ou, feudalismo. É verdade que nessa mesma época os reis, tiranos, esculhambavam (com seus senhores feudais, mandantes) a vida simples das pessoas, mas elas tinham uma vida dinâmica (é aqui que mora o segredo da minha dissertação).

Depois do Capitalismo, com a introdução do Taylorismo (forma de trabalho onde há um gerente que cuida da logística de tudo que acontece na indústria, de cada o processo, de cada etapa do trabalho, de cada pessoa em uma linha de produção), onde um (que pensava) mandava e as outras com pouca instrução, apenas executavam, estas, pessoas simples do campo (recém citadas acima). O povo veio do interior pra cidade trabalhar nas indústrias. A vida das pessoas então começava a mudar, daquela tranquila, para uma mais agitada.

Com o advento de um novo conceito, ainda dentro do capitalismo, uma espécie de Taylorismo versão 2, ou, Fortismo (processo parecido com de Taylor, porém, melhor, adotado por Henry Ford em suas indústrias), que sugeria a implantação de uma esteira entre os funcionários, fazendo com que a produção ganhasse agilidade e as pessoas não precisassem sair do lugar para pegar alguma ferramenta ou outra peça. Isso, de fato, agilizou o processo. Nesse momento as pessoas deixariam de ter vidas dinâmicas em ambientes de trabalho para se tornarem estáticas e cheias de estresses, desencadeando assim as tais ‘depressões’ do mundo atual.

Quando as pessoas dizem coisas depreciativas em relação à “Segunda-feira”, significa isso: Um incômodo,uma irritação, frustração, tristeza de ter que fazer aquilo que elas não gostam de fazer com seus ofícios. Quem gosta do que faz não reclama do dia, inclusive trabalham nos finais de semana. O trabalho é o próprio lazer… mas enfim, isso é outro papo.

Henry Ford que garantiu, pela primeira vez, alguns benefícios às pessoas, como vale-transporte, vale-refeição, etc. Foi ele que pagou os melhores salários da época. É ele também que sugeriu a ideia de que as pessoas tivessem momentos de lazer (fazer o que se gosta) com seus finais de semana e chegassem na segunda-feira bem dispostos para trabalhar pra ele, rsrs… nada mais interessante para seu negócio.

É isso, você não acha que ter uma vida simples no campo evita basearmos num modelo de conforto que no fundo não precisamos ter, só porque os outros têm? Conforto é bom sim, eu também quero isso pra mim um dia, uma casa bonita, um carro bonito, uma vida profissional de sucesso com uma estabilidade considerável… um belo esteriótipo, porém, sujeito, nesse percursso, à alguns momentos de intenso estresse. Uma corda bamba acima de um abismo de loucura nos dias atuais.

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Estudos, Minhas filosofias

As pessoas são fascinantes, até conhecermos elas

Você percebe que o ‘especial’ é apenas o que torna uma pessoa compatível com você: cumplicidade, amizade, sinceridade, compreensão, atitudes ‘uau’, enfim…

Uma pessoa especial é aquela que combina com você. Ou somos todos especiais? Sendo cada um com sua peculiaridade dentro de uma certa especialidade. Ou todos somos iguais? O que difere é a forma de ser/agir.

Existem pessoas legais ou ‘especiais’ por todos os lugares.

Quando você conhece uma pessoa, toda a diferença dela é o que te encanta, no entanto, esse fascínio (pessoa especial), se torna algo habitual e você se acostuma. Veja bem, não digo que você deixará de admirar essa pessoa, mas digamos que aquilo deixe de ser uma novidade (aquilo que é especial, incrível) para se tornar algo presente na sua vida com aquela pessoa, na sua relação com ela.

A pessoa ‘especial’, é aquela que atende todas as nossas pré-expectativas e só o tempo dirá que aquela pessoa é de fato especial a ponto de preencher todas as expectativas. Ser especial não é atender todas as demandas do outro. Ser especial é ser autêntico, ser você mesmo. É isso que chama a atenção. O título sugere que as pessoas sofram mudança e percam essa essência com o tempo. Será mesmo?

As pessoas perdem a graça quando deixam de lado sua originalidade a fim de submeter-se a outrem em prol de um sentimento que estaria mal configurado, amor mesmo não exige mudança. Vejam só, até mesmo o amor contempla a originalidade.

O original é misterioso. O autêntico tem algo que chama a atenção. O ‘especial’ é isso, é ser e fazer diferente. Em um mundo cansado de sempre ver mais do mesmo, acho válido refletirmos em cima disso.

Filosofias da Vida

O que os pais sabem sobre educação?

Os pais de hoje em dia têm muita dificuldade em dizer ‘não’ para os filhos e baixam a guarda quando eles falam mais alto. Falta de educação. Falta de mostrar o que é certo e errado. Vê-se crianças se prostituindo. Vê-se crianças usando drogas. Vê-se crianças roubando. Vê-se crianças fazendo o que é ERRADO.

E a tal moral nossa de cada dia que deprecia ao passar dos tempos? Seu valor tornou-se pífio. Isso, em algum momento da era, foi importante? O problema, eu acho, está na importância dada àquilo que faz refletir, experimentar (no imaginário) o que é legal ou não: Ética.

Tá faltando os pais dizerem: Isso é errado! Isso é correto! Isso PODE! Isso NÃO PODE!

Ou seja, além de os pais não ensinarem direito o que é e não é legal, a TV mostra que os dominantes do poder também fazem coisas erradas. Errar, portanto, está na moda. Ser anti-ético é legal. Não há punidade né? Claro, é ‘dahora’!

Voltando pra fiolosofia barata: Moral é a coisa concreta, resultado de costumes e Ética é o que fiscaliza nossas ações. Ética não se aplica somente em grupos sociais ou sociedade, é também uma coisa individual. Más ações podem denegrir a nossa e a minha imagem/moral.

Concordam que a questão ética das pessoas está um pouco destoada? Falta dar ênfase nisso. Tá fácil ver gente passando a perna em outro e achando que isso é lei de sobrevivência. Mas é uma barbaridade!

Em suma, ética é seu anjinho da guarda que pensa sempre assim “Isso pode ou não pode?”. Ele vai sempre aparecer quando você quiser fazer uma coisa que no fundo você sabe que é errado, exemplos:

- Quando você mente;
- Quando você tira vantagem em cima de outro;
- Quando você se prejudica em função dos deleites (prazeres) da vida de maneira desordenada e despreparada (princípio da luxúria);

Enfim, há várias situações. Na maioria das vezes, sabemos diferenciar o certo do errado. Eu consigo. Você consegue?

Se você é bom nisso, decida fazer uma coisa fora de convenção, algo inovador, diferente, que você acha legal e tudo mais. Decidiu? Agora pergunte pra 10 amigos o que eles acham da sua decisão. Acho que assim a gente consegue entender melhor como funciona a ética e a precariedade que envolve ela nos dias atuais.

O Decálogo, ou, 10 mandamentos, é o que define basicamente um padrão de boas práticas de conduta. É o que garante credibilidade e uma boa moral ao ser humano.

Ainda acho que a ética tem mais importância, mas isso vai depender da sociedade que o indivíduo vive. Um exemplo disso: algumas tribos de índios cometiam infanticídio quando nasciam gêmeos, onde um dos bebês é sacrificado. Nós achamos isso um absurdo, nossa ética, que rapidamente avaliou nossa história (moral) determina que isso é errado. Mas, para os índios, é uma prática costumeira.

Assim acontece nos dias atuais. Se nossa cultura/costume se reserva em ensinar mal os filhos, ou, deixar de dizer que tal coisa é errada ou certa, eles, no futuro, vão achar que passar a perna em outro para benefício próprio, é também uma prática costumeira.

Saibam dizer não, queridos papais e mamães!

Estudos, Minhas filosofias

Dor no peito

Digamos (apenas por hipótese) que são 18:15h e você está voltando prá casa, depois de um dia de trabalho particularmente difícil.
Você está muito cansado e realmente frustrado…

ESTÁ BASTANTE TENSO E MAL DISPOSTO…

Repentinamente, você sente uma forte dor no peito, que se difunde até o seu braço e até mais acima, à mandíbula. Você está a 8 km do hospital mais próximo de casa. Infelizmente, não sabe se conseguirá percorrer essa distância e chegar lá.

QUE DEVO FAZER?

MESMO QUE TENHA SIDO TREINADO EM RCP (Ressuscitação Cardio Pulmonar), PROVAVELMENTE O INSTRUTOR DO CURSO NÃO LHE DISSE COMO APLICÁ-LA EM VOCÊ MESMO!!!

COMO VOCÊ PODERÁ SOBREVIVER A UM ATAQUE DO CORAÇÃO, QUANDO ESTIVER SÓ?

MUITAS PESSOAS ENCONTRAM-SE SOZINHAS QUANDO SOFREM UM ATAQUE DE CORAÇÃO. SEM AJUDA, UMA PESSOA NA QUAL O CORAÇÃO BATA INCORRETAMENTE E QUE COMECE A SENTIR-SE DESMAIAR, SÓ TEM 10 SEGUNDOS, ANTES DE PERDER A CONSCIÊNCIA.

RESPOSTA:
NÃO ENTRE EM PÂNICO, COMECE A TOSSIR REPETIDA E VIGOROSAMENTE.

VOCÊ DEVE RESPIRAR PROFUNDAMENTE, ANTES DE CADA TOSSIDA. A TOSSE DEVE SER PROFUNDA E PROLONGADA, COMO QUANDO SE PRODUZ UM FORTE ATAQUE DE TOSSE, PROVENIENTE DO DIAFRAGMA.

CADA INALAÇÃO E CADA TOSSIDA DEVEM SER REPETIDAS DE DOIS EM DOIS SEGUNDOS, APROXIMADAMENTE, E SEM PARAR, ATÉ QUE SE CONSIGA UMA AJUDA, OU ATÉ QUE O CORAÇÃO VOLTE A BATER NORMALMENTE.

AS INSPIRAÇÕES PROFUNDAS LEVAM OXIGÊNIO AOS PULMÕES E OS MOVIMENTOS DE CONTRAÇÃO DA TOSSE COMPRIMEM O CORAÇÃO E MANTÉM O SANGUE CIRCULANDO. A PRESSÃO SOBRE O CORAÇÃO TAMBÉM AJUDA A RECUPERAR O RITMO CARDÍACO NORMAL. DESTA MANEIRA, AS VÍTIMAS DE UM ATAQUE DE CORAÇÃO PODEM CHEGAR AO HOSPITAL E SOBREVIVER.

Curiosidades

Vídeos incorporados interna ou externamente?

É fácil encontrar sites com incorporações externas de vídeos, provenientes do YouTube, Vimeo e outros. Virou moda. Até parece né? Acho mesmo que seja isso, uma tendência, baseada em questões relevantes que facilitam esse processo.

Mas porque é difícil vermos vídeos com outro player, vídeos hospedados e incorporados na mesma hospedagem do site? Bom, é… existem fatores que gostam de complicar esse procedimento.

Vou comparar abaixo as duas maneiras de se inconcorporar vídeos. Interna (na mesma hospedagem do site) e externamente (via YouTube e outros como Vimeo e afins…):

Vídeos na Hospedagem própria

Prós:

  • Arquivos em sua hospedagem com facilidade de exclusão caso seja necessário.

Contras:

  • Terá que ser aumentado o valor da hospedagem para comportar o consumo de tráfego que certamente aumentará.
  • Todos os vídeos deverão, previamente, ser convertidos para FLV antes de serem enviados para o site.
  • Vídeo visto apenas por clientes.
  • Requer maior investimento.
  • Mais lento que a opção 2.

Vídeo no Youtube, Vimeo e outros

Prós

  • Não consumirá mais banda devido ao player utilizar a banda do youtube.
  • Poderá ser encontrado por milhares de pessoas através das buscas do site, fazendo com que se torne um meio de divulgação.
  • Não necessita de conversão (o youtube faz este processo durante o envio).
  • Menor investimento.
  • Rapidez na visualização do vídeo.
  • Geração de um Canal da empresa no Youtube.

Contras:

  • Cadastro externo no Youtube.

Podemos visualizar perfeitamente os prós e contras de cada opção. Ainda prefiro incorporar vídeos de fora.

(Colaboração: @eliemarjunior)

Curiosidades, Tecnologia