O frasco de maionese e café
29/07/10
Quando as coisas na vida parecem demasiado, quando 24 horas por dia não são suficientes…Lembre-se do frasco de maionese e do café.
Um professor, durante a sua aula de filosofia sem dizer uma palavra, pega num frasco de maionese e esvazia-o…tirou a maionese e encheu-o com bolas de golf.
A seguir perguntou aos alunos se o Frasco estava cheio. Os estudantes responderam sim.
Então o professor pega numa caixa cheia de pedrinhas e mete-as no frasco de maionese. As pedrinhas encheram os espaços vazios entre as bolas de golf.
O professor voltou a perguntar aos alunos se o frasco estava cheio, e eles voltaram a dizer que sim.
Então… o professor pegou noutra caixa… uma caixa cheia de areia e esvaziou-a para dentro do frasco de maionese. Claro que a areia encheu todos os espaços vazios e uma vez mais o pofessor voltou a perguntar se o frasco estava cheio. Nesta ocasião os estudantes responderam em unânime “Sim !”.
De seguida o professor acrescentou 2 xícaras de café ao frasco e claro que o café preencheu todos os espaços vazios entre a areia. Os estudantes nesta ocasião começaram a rir-se…mas repararam que o professor estava sério e disse-lhes:
- QUERO QUE SE DÊEM CONTA QUE ESTE FRASCO REPRESENTA A VIDA!
As bolas de golf são as coisas Importantes: como a FAMÍLIA, a SAÚDE, os AMIGOS, tudo o que você AMA DE VERDADE.
São coisas, que mesmo que se perdessemos todo o resto, nossas vidas continuariam cheias.
As pedrinhas são as outras coisas que importam como: o trabalho, a casa, o carro, etc.
A areia é tudo o demais, as pequenas coisas.
- Se puséssemos 1º a areia no frasco, não haveria espaço para as pedrinhas nem para as bolas de golf. O mesmo acontece com a vida’.
Se gastássemos todo o nosso tempo e energia nas coisas pequenas, nunca teríamos lugar para as coisas realmente importantes.
Preste atenção às coisas que são cruciais para a sua Felicidade.
Brinque ensinando os seus filhos, arranje tempo para ir ao médico, namore e vá com a sua/seu namorado(a)/marido/mulher jantar fora, dedique algumas horas para uma boa conversa e diversão com seus amigos. Pratique o seu esporte ou hobbie favorito.
Haverá sempre tempo para trabalhar, limpar a casa, arrumar o carro…
Ocupe-se sempre das bolas de golf 1º, que representam as coisas que realmente importam na sua vida. Estabeleça suas prioridades, o resto é só areia…
Porém, um dos estudantes levantou a mão e perguntou o que representaria, então, o café.
O professor sorriu e disse:
- O café é só para vos demonstrar, que não importa o quanto a nossa vida esteja ocupada, sempre haverá espaço para um café com um amigo.
A inteligência relativa segundo Asimov
30/06/10
(Mais um e-mail que recebi)
Já que as pessoas tem uma grande necessidade de botar a prova o próprio conhecimento. Mas um alto QI não indica necessariamente a felicidade, tampouco resultará em sucesso na profissão ou na vida, às vezes pode ser bem o contrário.
Texto extraído da autobiografia do maior escritor de ficção científica de sempre, Isaac Asimov:
Quando estava no exército fiz um desses testes de aptidão intelectual que todos os soldados realizam. Minha pontuação foi de 160, isto é, 60 pontos acima do normal. Nunca antes alguém tinha obtido um resultado assim, e por esta razão durante duas horas fizeram um grande alvoroço festejando meu resultado. Mas isto não significou nenhuma melhora para minha situação militar. No dia seguinte lá estava eu descascando batatas na cozinha cumprindo normalmente minhas tarefas.
Toda minha vida registrei pontuações similares à descrita, de modo que tenho a sensação interna de que sou muito inteligente. No entanto estes índices só significam em realidade que sou muito bom em responder o tipo de perguntas acadêmicas que se consideram dignas e difíceis, e que foram realizadas pelas pessoas que ‘inventam’ os testes de inteligência -pessoas com inclinações intelectuais similares as minhas?
Uma vez conheci um mecânico de automóveis que de acordo a minha estimativa não poderia superar os 80 pontos nessas provas de inteligência. Sempre tive a certeza que era bem mais inteligente que ele. No entanto, quando algo funcionava mal, eu olhava com ansiedade enquanto explorava as entranhas de meu carro escutando suas declarações como se fossem oráculos divinos.
Pois bem, vamos supor que meu mecânico de automóveis tivesse feito as perguntas para um teste de inteligência. Ou quem sabe fossem formuladas por um carpinteiro, ou por um agricultor, ou, de fato, qualquer pessoa que não fosse um acadêmico. Seguramente não poderia respondê-las.
Se neste mundo eu não pudesse utilizar minha formação acadêmica, meu talento verbal, e tivesse que realizar tarefas complicadas com minhas mãos, seguramente faria da pior forma.
Minha inteligência, então, não é absoluta, senão que é uma função da sociedade em que vivemos e o fato de que uma pequena porção da sociedade conseguiu impor aos demais, quais são as ‘normas’ como um árbitro desses assuntos.
Retomando o tema de meu mecânico, ele tinha o costume de contar-me piadinhas a cada vez que me via. Uma vez levantou a cabeça debaixo do capô do carro para dizer:
- “Doc, um garoto surdo-mudo entrou em uma loja de ferragens para pedir pregos. Pôs dois dedos juntos sobre o balcão e depois fez um movimento de martelar com a outra mão. O empregado trouxe-lhe um martelo. Sacudiu a cabeça e assinalou os dois dedos que estava martelando. O empregado trouxe-lhe os pregos. Escolheu o tamanho que queria, e se foi. Bom, doutor, logo depois entrou um cego na loja. Queria tesouras. Como acha que lhe perguntou pediu por elas?”
Indulgentemente levantei a mão direita e fiz uns movimentos de tesouras com os dedos indicador e médio. Ato seguido meu mecânico gargalhou ruidosamente e disse:
- “Ele usou sua voz e pediu as tesouras”. Depois, com ar de suficiência, disse:
- “Durante todo o dia brinquei com meus clientes”.
- “Muitos acertaram?”, perguntei-lhe.
- “Muito poucos”, disse, “mas estava seguro de que você cairia na pegadinha.”
- “Por que essa suposição?, perguntei-lhe.
- “Porque você é tão educado, doc, que tinha certeza que não poderia ser muito inteligente”.
Até hoje tenho a incômoda sensação de que sua afirmação tinha algo de verdadeiro…
A mais pura verdade
24/06/10
(Mais um daqueles e-mails que geralmente recebo)
Um coelhinho felpudo estava fazendo suas necessidades matinais quando olha para o lado, e vê um enorme urso fazendo o mesmo.
O urso se vira para ele e diz:
- Hei, coelhinho, você solta pêlos?
O coelhinho, vaidoso e indignado, respondeu:
- De jeito nenhum, venho de uma linhagem muito boa…
Então o urso pegou o coelhinho e limpou a bunda com ele.
MORAL DA HISTÓRIA:
CUIDADO COM AS RESPOSTAS PRECIPITADAS, PENSE BEM NAS POSSÍVEIS CONSEQUÊNCIAS ANTES DE RESPONDER!
No dia seguinte, o leão, ao passar pelo urso diz:
- Aí, hein, seu urso! Com toda essa pinta de bravo, fortão, bombado, te vi ontem, dando o rabo prum coelhinho felpudo. Já contei pra todo mundo!!!
MORAL DA MORAL:
VOCÊ PODE ATÉ SACANEAR ALGUÉM, MAS LEMBRE-SE QUE SEMPRE EXISTE ALGUÉM MAIS FILHO DA PUTA QUE VOCÊ!
‘O problema do Brasil é que, quem elege os governantes não é o pessoal que lê jornal, mas quem limpa a bunda com ele!’
Portfolio [Updated]
07/04/10
Saindo do forno (em breve):
- KapMotos
- Cabanha da Corticeira
- www.advconsultoria.com
- www.corporatetributario.com
- www.ceidocelar.com.br
- www.arquinew.com.br
- www.crackemorte.com.br
- www.imprymex.com.br
- www.gattiboni.com.br
Últimos projetos desenvolvidos:
- www.junaro.com.br (06/2010)
- www.azulinhofm.com.br (06/2010)
- www.maisbobinas.com.br (06/2010)
- www.cromossomo21.com.br (05/2010)
- www.eaglemonitoramento.com.br (04/2010)
- www.solucaogenetica.com.br (04/2010)
- www.grupomb.com.br (03/2010)
- www.fundacaowattz.org.br (03/2010)
- www.felinacosmeticos.com.br (03/2010)
- pw.phoenyxgames.com.br (02/2010)
- www.segredodacor.com.br (12/2009)
- www.flexpoint.com.br (11/2009)
- www.sementesumbu.com.br (11/2009)
- www.tchecotrijui.com.br (10/2009)
- www.ioc.com.br (10/2009)
- www.floriculturacipos.com.br (09/2009)
- l2.phoenyxgames.com.br (08/2009)
- www.acb.art.br (08/2009)
- www.brandpesquisas.com.br (08/2009)
- www.camarasaoluiz.com.br (06/2009)
- www.viacom.com.br (05/2009)
- cabal.phoenyxgames.com.br (05/2009)
- www.silvacastro.com.br (04/2009)
- www.lockwing.com.br (04/2009)
- www.radioamizade.net (04/2009)
- www.simposiotcepa.com.br (03/2009)
- www.casulos.com (03/2009)
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- www.gre.com.br (02/2009)
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- www.treide.com.br (01/2009 – redesign)
- www.domcesar.com.br (01/2009)
- www.radiocaibate.com.br (01/2009 – Notícias dinâmicas)
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- www.contal-contabilidade.com (01/2009)
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- www.aci-slg.com.br (06/2006)
- www.usinacursos.com.br (06/2006)
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- www.nabaladaslg.com.br (02/2006)
- www.unimercosul.com.br (01/2006)
- www.serconsultoria.com.br (12/2005)
- www.jovemsulnews.com.br (09/2005)
- www.lastroconstrucoes.com.br (09/2005)
- www.roseneipinturas.com.br (05/2005)
Casamentos, Frescobol e Tênis
12/03/10
Rubem Alves
Depois de muito meditar sobre o assunto concluí que, os casamentos (relacionamentos) são de dois tipos: Há os casamentos do tipo tênis e há os casamentos do tipo frescobol. Os casamentos do tipo tênis são uma fonte de raiva e ressentimentos e terminam sempre mal. Os casamentos do tipo frescobol são uma fonte de alegria e têm a chance de ter vida longa.
Explico-me.
Para começar, uma afirmação de Nietzsche, com a qual concordo inteiramente. Dizia ele: “Ao pensar sobre a possibilidade do casamento cada um deveria se fazer a seguinte pergunta: Você crê que seria capaz de conversar com prazer com esta pessoa até sua velhice? Tudo o mais no casamento é transitório, mas as relações que desafiam o tempo são aquelas construídas sobre a arte de conversar.”
Xerazade sabia disso.
Sabia que os casamentos baseados nos prazeres da cama são sempre decapitados pela manhã, terminam em separação, pois os prazeres do sexo se esgotam rapidamente, terminam na morte, como no filme “O Império dos Sentidos”. Por isso, quando o sexo já estava morto na cama, e o amor não mais se podia dizer através dele, ela o ressuscitava pela magia da palavra: começava uma longa conversa sem fim, que deveria durar mil e uma noites. O sultão se calava e escutava as suas palavras como se fossem música. A música dos sons ou da palavra – é a sexualidade sob a forma da eternidade: é o amor que ressuscita sempre, depois de morrer.
Há os carinhos que se fazem com o corpo e há os carinhos que se fazem com as palavras. E contrariamente ao que pensam os amantes inexperientes, fazer carinho com as palavras não é ficar repetindo o tempo todo: “Eu te amo…” Barthes advertia: “Passada a primeira confissão, “eu te amo” não quer dizer mais nada. “É na conversa que o nosso verdadeiro corpo se mostra, não em sua nudez anatômica, mas em sua nudez poética. Recordo a sabedoria de Adélia Prado: “Erótica é a alma”.
O tênis é um jogo feroz. O seu objetivo é derrotar o adversário. E a sua derrota se revela no seu erro: o outro foi incapaz de devolver a bola. Joga-se tênis para fazer o outro errar. O bom jogador é aquele que tem a exata noção do ponto fraco do seu adversário, e é justamente para aí que ele vai dirigir sua cortada palavra muito sugestiva, que indica o seu objetivo sádico, que é o de cortar, interromper, derrotar. O prazer do tênis se encontra, portanto, justamente no momento em que o jogo não pode mais continuar porque o adversário foi colocado fora de jogo. Termina sempre com a alegria de um e a tristeza de outro.
O frescobol se parece muito com o tênis: dois jogadores, duas raquetes e uma bola. Só que, para o jogo ser bom, é preciso que nenhum dos dois perca. Se a bola veio meio torta, a gente sabe que não foi de propósito e faz o maior esforço do mundo para devolvê-la gostosa, no lugar certo, para que o outro possa pegá-la. Não existe adversário porque não há ninguém a ser derrotado. Aqui ou os dois ganham ou ninguém ganha. E ninguém fica feliz quando o outro erra pois o que se deseja é que ninguém erre.
O erro de um, no frescobol, é como ejaculação precoce: um acidente lamentável que não deveria ter acontecido, pois o gostoso mesmo é aquele ir e vir, ir e vir, ir e vir… E o que errou pede desculpas, e o que provocou o erro se sente culpado. Mas não tem importância: começa-se de novo este delicioso jogo em que ninguém marca pontos…
A bola: são nossas fantasias, irrealidades, sonhos sob a forma de palavras. Conversar é ficar batendo sonho prá lá, sonho prá cá… Mas há casais que jogam com os sonhos como se jogassem tênis. Ficam à espera do momento certo para a cortada. Tênis é assim: recebe-se o sonho do outro para destruí-lo, arrebentá-lo, como bolha de sabão… O que se busca é ter razão e o que se ganha é o distanciamento. Aqui, quem ganha sempre perde.
Já no frescobol é diferente: o sonho do outro é um brinquedo que deve ser preservado, pois se sabe que, se é sonho, é coisa delicada, do coração. O bom ouvinte é aquele que, ao falar, abre espaços para que as bolhas de sabão do outro voem livres. Bola vai, bola vem – cresce o amor…Ninguém ganha para que os dois ganhem. E se deseja então que o outro viva sempre, eternamente, para que o jogo nunca tenha fim…
* Rubem Alves é educador, escritor, psicanalista e professor emérito da Unicamp.
Estou fazendo minha parte
08/02/10
(por Arnaldo Jabor)
- Brasileiro é um povo solidário. Mentira. Brasileiro é babaca.
Eleger para o cargo mais importante do Estado um sujeito que não tem escolaridade e preparo nem para ser gari, só porque tem uma história de vida sofrida;
Pagar 40% de sua renda em tributos e ainda dar esmola para pobre na rua ao invés de cobrar do governo uma solução para pobreza;
Aceitar que ONG’s de direitos humanos fiquem dando pitaco na forma como tratamos nossa criminalidade…
Não protestar cada vez que o governo compra colchões para presidiários que queimaram os deles de propósito, não é coisa de gente solidária.
É coisa de gente otária.
- Brasileiro é um povo alegre. Mentira. Brasileiro é bobalhão.
Fazer piadinha com as imundices que acompanhamos todo dia é o mesmo que tomar bofetada na cara e dar risada.
Depois de um massacre que durou quatro dias em São Paulo , ouvir o José Simão fazer piadinha a respeito e achar graça, é o mesmo que contar piada no enterro do pai.
Brasileiro tem um sério problema.
Quando surge um escândalo, ao invés de protestar e tomar providências como cidadão, ri feito bobo.
- Brasileiro é um povo trabalhador. Mentira.
Brasileiro é vagabundo por excelência.
O brasileiro tenta se enganar, fingindo que os políticos que ocupam cargos públicos no país, surgiram de Marte e pousaram em seus cargos, quando na verdade, são oriundos do povo.
O brasileiro, ao mesmo tempo em que fica indignado ao ver um deputado receber 20 mil por mês, para trabalhar 3 dias e coçar o saco o resto da semana, também sente inveja e sabe lá no fundo que se estivesse no lugar dele faria o mesmo.
Um povo que se conforma em receber uma esmola do governo de 90 reais mensais para não fazer nada e não aproveita isso para alavancar sua vida (realidade da brutal maioria dos beneficiários do bolsa família) não pode ser adjetivado de outra coisa que não de vagabundo.
- Brasileiro é um povo honesto. Mentira.
Já foi; hoje é uma qualidade em baixa.
Se você oferecer 50 Euros a um policial europeu para ele não te autuar, provavelmente irá preso.
Não por medo de ser pego, mas porque ele sabe ser errado aceitar propinas.
O brasileiro, ao mesmo tempo em que fica indignado com o mensalão, pensa intimamente o que faria se arrumasse uma boquinha dessas, quando na realidade isso sequer deveria passar por sua cabeça.
- 90% de quem vive na favela é gente honesta e trabalhadora. Mentira.
Já foi.
Historicamente, as favelas se iniciaram nos morros cariocas quando os negros e mulatos retornando da
Guerra do Paraguai ali se instalaram.
Naquela época quem morava lá era gente honesta, que não tinha outra alternativa e não concordava com o crime.
Hoje a realidade é diferente.
Muito pai de família sonha que o filho seja aceito como ‘aviãozinho’ do tráfico para ganhar uma grana legal.
Se a maioria da favela fosse honesta, já teriam existido condições de se tocar os bandidos de lá para fora, porque podem matar 2 ou 3 mas não milhares de pessoas.
Além disso, cooperariam com a polícia na identificação de criminosos, inibindo-os de montar suas bases de operação nas favelas.
- O Brasil é um pais democrático. Mentira.
Num país democrático a vontade da maioria é Lei.
A maioria do povo acha que bandido bom é bandido morto, mas sucumbe a uma minoria barulhenta que se apressa em dizer que um bandido que foi morto numa troca de tiros, foi executado friamente.
Num país onde todos têm direitos mas ninguém tem obrigações, não existe democracia e sim, anarquia.
Num país em que a maioria sucumbe bovinamente ante uma minoria barulhenta, não existe democracia, mas um simulacro hipócrita.
Se tirarmos o pano do politicamente correto, veremos que vivemos numa sociedade feudal: um rei que detém o poder central (presidente e suas MPs), seguido de duques, condes, arquiduques e senhores feudais (ministros, senadores, deputados, prefeitos, vereadores).
Todos sustentados pelo povo que paga tributos que têm como único fim, o pagamento dos privilégios do poder. E ainda somos obrigados a votar.
Democracia isso? Pense !
O famoso jeitinho brasileiro.
Na minha opinião, um dos maiores responsáveis pelo caos que se tornou a política brasileira.
Brasileiro se acha malandro, muito esperto.
Faz um ‘gato’ puxando a TV a cabo do vizinho e acha que está botando pra quebrar.
No outro dia o caixa da padaria erra no troco e devolve 6 reais a mais, caramba, silenciosamente ele sai de lá com a felicidade de ter ganhado na loto… malandrões, esquecem que pagam a maior taxa de juros do planeta e o retorno é zero. Zero saúde, zero emprego, zero educação, mas e daí?
Afinal somos penta campeões do mundo né?? ?
Grande coisa…
O Brasil é o país do futuro. Caramba , meu avô dizia isso em 1950. Muitas vezes cheguei a imaginar em como seria a indignação e revolta dos meus avôs se ainda estivessem vivos.
Dessa vergonha eles se safaram…
Brasil, o país do futuro !?
Hoje o futuro chegou e tivemos uma das piores taxas de crescimento do mundo.
Deus é brasileiro.
Puxa, essa eu não vou nem comentar…
O que me deixa mais triste e inconformado é ver todos os dias nos jornais a manchete da vitória do governo mais sujo já visto em toda a história brasileira.
Para finalizar tiro minha conclusão:
O brasileiro merece! Como diz o ditado popular, é igual mulher de malandro, gosta de apanhar. Se você não é como o exemplo de brasileiro citado nesse e-mail, meus sentimentos amigo, continue fazendo sua parte, e que um dia pessoas de bem assumam o controle do país novamente.
Aí sim, teremos todas as chances de ser a maior potência do planeta.
Afinal aqui não tem terremoto, tsunami nem furacão.
Temos petróleo, álcool, bio-diesel, e sem dúvida nenhuma o mais importante: Água doce!
Só falta boa vontade, será que é tão difícil assim?
FLEXPOINT, uma Cooperativa Web
20/11/09
Surge então a FLEXPOINT (www.flexpoint.com.br), que nada mais é que uma Cooperativa de Desenvolvedores Web. Eu aqui em São Luiz Gonzaga-RS e Eliemar Junior e Clécio Valentina lá em Colatina-ES.
Disponibilizamos, como qualquer agência web, soluções/sistemas web, websites, criação em geral voltada para a web.
O motivo de chamarmos de Cooperativa é que visamos findar parcerias com qualquer agência que está começando e tem realmente vontade de trabalhar, qualquer freelance de qualquer lugar, buscando assim uma flexibilidade ainda maior no atendimento a diversos lugares do Brasil e até mesmo no Mundo. Um exemplo disso é a parceria findada nas últimas semanas com um Português de Porto, em Portugal, atendendo clientes de lá.
Contamos com uma parceria também da VIETRA, uma agência web de Floranópolis-SC, especialistas em criações onde são exigidas animações, é o pessoal do flash e derivados.
Enfim, nosso foco é atender qualquer região e estamos ampliando, aos poucos, nesse meio viável que nos possibilita essa facilidade: a Internet
“Vamo” que “vamo” pessoal!
A bunda dura
13/11/09
Por Arnaldo Jabor
Tenho horror a mulher perfeitinha. Sabe aquele tipo que faz escova toda manhã, tá sempre na moda e é tão sorridente que parece garota-propaganda de processo de clareamento dentário? E, só pra piorar, tem a bunda dura!!!
Pois então, mulheres assim são um porre. Pior: são brochantes. Sou louco?
Então tá, mas posso provar a minha tese… Quer ver?
a) Escova toda manhã: A fulana acorda as seis da matina pra deixar o cabelo parecido com o da Patrícia de Sabrit. Perde momentos imprescindíveis de rolamento na cama, encoxamento do namorado, pegação, pra encaixar-se no padrão ‘Alisabel’, que é legal… Burra.
b) Na moda: Estilo pessoal, pra ela, é o que aparece nos anúncios da Elle do mês. Você vê-la de shortinho, camiseta surrada e cabelo preso? JAMAIS! O que indica uma coisa: ela não vai querer ficar desarrumada nem enquanto estiver transando.
c) Sorriso incessante: Ela mora na vila dos Smurfs? Tá fazendo treinamento pra Hebe? Sou antipático com orgulho, só sorrio para quem provoca meu sorriso. Não gostou? Problema seu. Isso se chama autenticidade, meu caro. Coisa que, pra perfeitinha, não existe. Aliás, ela nem sabe o que a palavra significa… Coitada.
d) Bunda dura: As muito gostosas são muito chatas.. Pra manter aquele corpão, comem alface e tomam isotônico (isso quando não enfiam o dedo na garganta pra se livrar das 2 calorias que ingeriram), portanto não vão acompanhá-lo nos pasteizinhos nem na porção de bolinho de arroz do sabadão. Bebida dá barriga e ela tem H-O-R-R-O-R a qualquer carninha saindo da calça de cintura tão baixa que o cós acaba onde começa a pornografia: nada de tomar um bom vinho com você. Cerveja? Esquece!
Legal mesmo é mulher de verdade !!!! E daí se ela tem celulite? O senso de humor compensa.. Pode ter uns quilinhos a mais, mas é uma ótima companheira. Pode até ser meio mal educada as vezes, mas adora sexo.
Porque celulite, gordurinhas e desorganização têm solução (e, às vezes, nem chegam a ser um problema).
Mas ainda não criaram um remédio pra futilidade.
E não se esqueça….
Mulher bonita demais e melancia grande, ninguém come sozinho!!!!!!!
Questão de psicoteste realizado por uma empresa multinacional
12/11/09
Questão de psicoteste realizado por uma empresa multinacional, no qual
nenhum de seus funcionários conseguiu solucionar.
Eu, Você e Ele….fomos comer no restaurante e no final a conta deu R$ 30,00.
Fizemos o seguinte: cada um deu dez reais…
Eu: R$ 10,00
Você: R$ 10,00
Ele: R$ 10,00
O garçom levou o dinheiro até o caixa e o dono do restaurante disse o seguinte:
- Esses três são clientes antigos do restaurante, então vou devolver R$ 5,00 para eles! E entregou ao garçom cinco notas de R$ 1,00.
O garçom, muito esperto, fez o seguinte: pegou R$ 2,00 para ele e deu R$ 1,00 para cada um de nós.
No final ficou assim:
Eu: R$ 10,00 ( – R$1,00 que foi devolvido) = Eu gastei R$ 9,00.
Você: R$ 10,00 ( – R$1,00 que foi devolvido) = Você gastaste R$9,00.
Ele:R$ 10,00 ( – R$1,00 que foi devolvido) = Ele gastou R$ 9,00.
Logo, se cada um de nós gastou R$ 9,00, o que nós três gastamos juntos, foi R$ 27,00.
E se o garçom pegou R$ 2,00 para ele, temos:
Nós: R$ 27,00
Garçom: R$ 2,00
TOTAL: R$ 29,00
Pergunta: Onde foi parar a DROGA do outro R$1,00?
(Departamento de Economia da PUC)
A fábula do Porco-espinho
12/11/09
Durante a era glacial, muitos animais morriam por causa do frio.
Os porcos-espinhos, percebendo a situação, resolveram se juntar em grupos, assim se agasalhavam e se protegiam mutuamente, mas os espinhos de cada um feriam os companheiros mais próximos, justamente os que ofereciam mais calor.
Por isso decidiram se afastar uns dos outros e voltaram a morrer congelados, então precisavam fazer uma escolha:
Ou desapareceriam da Terra ou aceitavam os espinhos dos companheiros.
Com sabedoria, decidiram voltar a ficar juntos.
Aprenderam assim a conviver com as pequenas feridas que a relação com uma pessoa muito próxima podia causar, já que o mais importante era o calor do outro.
E assim sobreviveram.
Moral da História:
O melhor do relacionamento não é aquele que une pessoas perfeitas, mas aquele onde cada um aprende a conviver com os defeitos do outro, e admirar suas qualidades.