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	<title>Rafael Caye &#187; Estudos</title>
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	<description>Webdesigner e Programador Front-End (XHTML, HTML, CSS em suas versões, JS...). Amante da tecnologia. Criativo, perfeccionista, detalhista, chato. Por vezes banca um filósofo alucinado, de bom coração.</description>
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		<title>À procura de uma leitura para se apaixonar</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Oct 2011 03:36:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Caye</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estudos]]></category>
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		<description><![CDATA[Escrever sem história pra contar; sem querer chegar a lugar algum; escrever sem emoção; escrever por escrever, com base em algo que possa lhe perturbar ou simplesmente seduzir [..]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Escrever sem história pra contar; sem querer chegar a lugar algum; escrever sem emoção; escrever por escrever, com base em algo que possa lhe perturbar ou simplesmente seduzir &#8211; sedução que incomoda, tortura, tira o sono e ao mesmo tempo é combustível para iniciar boas combinações de palavras; escrever sem paixão, sem se importar, é como querer namorar sem se preocupar em dar atenção pra ela, ou então beijá-la por obrigação; escrever sem um propósito é como viver por viver, sem ter nada pra fazer, ócio depressivo, que faz adoecer.</p>
<p>Não tenha medo de escrever. Não siga regras ou padrões de escrita. Preocupe-se em passar sua ideia. Comece agora! E quando o fazer, procure fazer jus à atenção do seu leitor, de preferência escreva algo que faça sentido. Seu leitor é seu chefe. Preste contas à ele com respeito. Uma escrita oficial desprovida de compromisso com o que se escreve pode te fazer ser demitido ou então perder credibilidade. Seja ousado, inovações fundamentadas são de interesse de todos. Liberte-se!</p>
<p>Há quem diga que pensamos para escrever, mas na prática, escrevemos para pensar. Neste ponto parei de escrever para pensar, não porque preciso pensar pra escrever, mas sim porque o que estou escrevendo me fez parar para pensar na sequência daquilo que eu já havia escrito. Se pensássemos para escrever, não teríamos cuidados com as conjugações e concordâncias verbais, já que grande parte do que se escreve sugere pensarmos e analisarmos o que melhor se encaixa palavra após palavra. Não é fascinante? </p>
<p>Geralmente quem escreve sem se preocupar com quem está lendo, é também quem não gosta de ler. Particularmente, antes de entrar na faculdade eu lia livros de fácil entendimento, eram histórias, romances, casos fictícios que me faziam viciar, como aquelas novelas que de alguma forma nos prendem sem que percamos nenhum capítulo. Depois que entrei na faculdade, comecei, por obrigação, fazer leituras acadêmicas, estas mais complicadas de se entender, em alguns casos exigindo repetições e até mesmo pesquisas fora dela.</p>
<p>Percebo que minha facilidade em escrever e até mesmo fazer essas leituras complexas e obrigatórias da faculdade de modo a entender claramente, são decorrentes dos romances, novelas em livros que lia. Certo que foi um período de forte sentimento, quando aprendi a gostar disso.</p>
<p>Gostar é sentir. Caso sintas paixão por algo, sempre terás tempo para aquilo. Como o fumante que sempre tem um tempinho pra dar aquela &#8216;pitada&#8217;, ou aquele bêbado que diariamente dá atenção especial à sua pinga, ou então como um namorado apaixonado, que sempre arruma um tempinho pra sua namorada. Assim também é com a leitura e escrita. Se há paixão, há sempre um tempinho pra isso.</p>
<p>Caso tenhas dificuldade em escrever ou simplesmente odeia ler, experimente algo mais fácil. Comece do simples e vá avançando. </p>
<p>Esforce-se por essa causa, apaixone-se, dedique-se! É uma relação de afeto. Quando há paixão, há sofrimento e é preciso estar ciente disso também. De qualquer forma, como o amor, que surge com a relação e sugere possíveis demoções, há mais momentos bons que ruins e o final é de plena satisfação.</p>
<p>Evolui-se pela satisfação, esta que vem em forma de conhecimento, quando conseguimos ter melhores convicções sobre a vida, principalmente quando compreendemos determinadas más circunstâncias dela. O conhecimento nos tranquiliza. Ao compreender somos mais pacientes com o nosso próximo. Nos tornamos efetivamente melhores como ser humanos. Aprendemos a amar com a razão também, e não só com o coração.</p>
<p>Escrever e ler são práticas de fundamental importância e podem ser, de modo disciplinado, implementadas na vida das crianças, para assim criarmos novos tipos de cidadãos, pensantes, evoluídos, apaixonados pelo saber, com mais chances de mostrar e trazer um mundo com benfeitorias consideráveis. Só teremos resultados efetivos com um novo jeito de fazer, com novos hábitos, e revolucionários.</p>
<p>Viver sem saber, não é viver, é apenas fazer parte disso.</p>
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		<title>A loucura de hoje</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Sep 2011 15:51:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Caye</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estudos]]></category>
		<category><![CDATA[Minhas filosofias]]></category>

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		<description><![CDATA[Em uma dessas aulas de Sociologia, na URI, verifiquei a possibilidade de medir índices de doenças provenientes do estresse, antes da Revolução Industrial (Capitalismo), e depois. Falo de [..]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em uma dessas aulas de Sociologia, na URI, verifiquei a possibilidade de medir índices de doenças provenientes do estresse, antes da Revolução Industrial (Capitalismo), e depois. Falo de índice de pessoas com depressão.</p>
<p>Antes do capitalismo as pessoas viviam nas e com suas terrinhas. Eram vidas tranquilas, simples, até poderia haver alguma depressão, mas pelo que pude entender, vivemos baseados em um modelo de vida. Se essas pessoas simples não tinham tantos modos de imaginar (baseado em esteriótipos), talvez elas não se exigissem tanto como poderiam se exigir depois que puderam visualizar (dentro do capitalismo) um modelo novo de vida, esse, já recheado de poder, de domínio, uma vida de luxo, cheio de coisa boa.</p>
<p>Era uma época sem modelos de vida, ou pelo menos, não se fazia essa análise, já que as pessoas plantavam em suas terras para proveito próprio, era essa a forma mais tradicional de sobrevivência. Estou falando do período feudal, ou, feudalismo. É verdade que nessa mesma época os reis, tiranos, esculhambavam (com seus senhores feudais, mandantes) a vida simples das pessoas, mas elas tinham uma vida dinâmica (é aqui que mora o segredo da minha dissertação).</p>
<p>Depois do Capitalismo, com a introdução do Taylorismo (forma de trabalho onde há um gerente que cuida da logística de tudo que acontece na indústria, de cada o processo, de cada etapa do trabalho, de cada pessoa em uma linha de produção), onde um (que pensava) mandava e as outras com pouca instrução, apenas executavam, estas, pessoas simples do campo (recém citadas acima). O povo veio do interior pra cidade trabalhar nas indústrias. A vida das pessoas então começava a mudar, daquela tranquila, para uma mais agitada. </p>
<p>Com o advento de um novo conceito, ainda dentro do capitalismo, uma espécie de Taylorismo versão 2, ou, Fortismo (processo parecido com de Taylor, porém, melhor, adotado por Henry Ford em suas indústrias), que sugeria a implantação de uma esteira entre os funcionários, fazendo com que a produção ganhasse agilidade e as pessoas não precisassem sair do lugar para pegar alguma ferramenta ou outra peça. Isso, de fato, agilizou o processo. Nesse momento as pessoas deixariam de ter vidas dinâmicas em ambientes de trabalho para se tornarem estáticas e cheias de estresses, desencadeando assim as tais &#8216;depressões&#8217; do mundo atual.</p>
<p>Quando as pessoas dizem coisas depreciativas em relação à &#8220;Segunda-feira&#8221;, significa isso: Um incômodo,uma irritação, frustração, tristeza de ter que fazer aquilo que elas não gostam de fazer com seus ofícios. Quem gosta do que faz não reclama do dia, inclusive trabalham nos finais de semana. O trabalho é o próprio lazer&#8230; mas enfim, isso é outro papo.</p>
<p>Henry Ford que garantiu, pela primeira vez, alguns benefícios às pessoas, como vale-transporte, vale-refeição, etc. Foi ele que pagou os melhores salários da época. É ele também que sugeriu a ideia de que as pessoas tivessem momentos de lazer (fazer o que se gosta) com seus finais de semana e chegassem na segunda-feira bem dispostos para trabalhar pra ele, rsrs&#8230; nada mais interessante para seu negócio.</p>
<p>É isso, você não acha que ter uma vida simples no campo evita basearmos num modelo de conforto que no fundo não precisamos ter, só porque os outros têm? Conforto é bom sim, eu também quero isso pra mim um dia, uma casa bonita, um carro bonito, uma vida profissional de sucesso com uma estabilidade considerável&#8230; um belo esteriótipo, porém, sujeito, nesse percursso, à alguns momentos de intenso estresse. Uma corda bamba acima de um abismo de loucura nos dias atuais.</p>
<p>Comente!</p>
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		<title>O que os pais sabem sobre educação?</title>
		<link>http://rafaelcaye.com/blog/o-que-os-pais-sabem-sobre-educacao/</link>
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		<pubDate>Tue, 13 Sep 2011 03:58:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Caye</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estudos]]></category>
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		<description><![CDATA[Os pais de hoje em dia têm muita dificuldade em dizer &#8216;não&#8217; para os filhos e baixam a guarda quando eles falam mais alto. Falta de educação. Falta [..]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os pais de hoje em dia têm muita dificuldade em dizer &#8216;não&#8217; para os filhos e baixam a guarda quando eles falam mais alto. Falta de educação. Falta de mostrar o que é certo e errado. Vê-se crianças se prostituindo. Vê-se crianças usando drogas. Vê-se crianças roubando. Vê-se crianças fazendo o que é ERRADO.</p>
<p>E a tal moral nossa de cada dia que deprecia ao passar dos tempos? Seu valor tornou-se pífio. Isso, em algum momento da era, foi importante? O problema, eu acho, está na importância dada àquilo que faz refletir, experimentar (no imaginário) o que é legal ou não: Ética. </p>
<p>Tá faltando os pais dizerem: Isso é errado! Isso é correto! Isso PODE! Isso NÃO PODE!</p>
<p>Ou seja, além de os pais não ensinarem direito o que é e não é legal, a TV mostra que os dominantes do poder também fazem coisas erradas. Errar, portanto, está na moda. Ser anti-ético é legal. Não há punidade né? Claro, é &#8216;dahora&#8217;!</p>
<p>Voltando pra fiolosofia barata: Moral é a coisa concreta, resultado de costumes e Ética é o que fiscaliza nossas ações. Ética não se aplica somente em grupos sociais ou sociedade, é também uma coisa individual. Más ações podem denegrir a nossa e a minha imagem/moral.</p>
<p>Concordam que a questão ética das pessoas está um pouco destoada? Falta dar ênfase nisso. Tá fácil ver gente passando a perna em outro e achando que isso é lei de sobrevivência. Mas é uma barbaridade!</p>
<p>Em suma, ética é seu anjinho da guarda que pensa sempre assim &#8220;Isso pode ou não pode?&#8221;. Ele vai sempre aparecer quando você quiser fazer uma coisa que no fundo você sabe que é errado, exemplos:</p>
<p>- Quando você mente;<br />
- Quando você tira vantagem em cima de outro;<br />
- Quando você se prejudica em função dos deleites (prazeres) da vida de maneira desordenada e despreparada (princípio da luxúria);<br />
&#8230;</p>
<p>Enfim, há várias situações. Na maioria das vezes, sabemos diferenciar o certo do errado. Eu consigo. Você consegue? </p>
<p>Se você é bom nisso, decida fazer uma coisa fora de convenção, algo inovador, diferente, que você acha legal e tudo mais. Decidiu? Agora pergunte pra 10 amigos o que eles acham da sua decisão. Acho que assim a gente consegue entender melhor como funciona a ética e a precariedade que envolve ela nos dias atuais.</p>
<p>O Decálogo, ou, 10 mandamentos, é o que define basicamente um padrão de boas práticas de conduta. É o que garante credibilidade e uma boa moral ao ser humano. </p>
<p>Ainda acho que a ética tem mais importância, mas isso vai depender da sociedade que o indivíduo vive. Um exemplo disso: algumas tribos de índios cometiam infanticídio quando nasciam gêmeos, onde um dos bebês é sacrificado. Nós achamos isso um absurdo, nossa ética, que rapidamente avaliou nossa história (moral) determina que isso é errado. Mas, para os índios, é uma prática costumeira.</p>
<p>Assim acontece nos dias atuais. Se nossa cultura/costume se reserva em ensinar mal os filhos, ou, deixar de dizer que tal coisa é errada ou certa, eles, no futuro, vão achar que passar a perna em outro para benefício próprio, é também uma prática costumeira. </p>
<p>Saibam dizer não, queridos papais e mamães!</p>
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		<title>Negociação: conheça 6 armadilhas</title>
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		<pubDate>Sun, 28 Jun 2009 23:12:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Caye</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estudos]]></category>
		<category><![CDATA[armadilhas]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[negociação]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Fernando Silveira* Negociador Master Por mais que você seja um negociador iniciante ou experiente e por mais que você se planeje no dia a dia é preciso [..]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Fernando Silveira* Negociador Master</em></p>
<p>Por mais que você seja um negociador iniciante ou experiente e por mais que você se planeje no dia a dia é preciso ter cuidado com certas armadilhas que poderão comprometer seus resultados no processo de negociação… Vamos a algumas das que mais acontecem:</p>
<ol>
<li><strong>Deixar de verificar</strong> – Ir para uma negociação sem antes examinar o ambiente interno e externo e sem verificar se de fato existem sob controle quatro elementos fundamentais presentes ao evento: legitimidade do pleito, informação sob controle, tempo administrado e a amplitude do poder pré-estabelecida;</li>
<li><strong>Ver a negociação como uma competição</strong> – Não raro a ânsia de resolver e concluir o evento a qualquer custo pode iludir os negociadores sobre seus verdadeiros objetivos fazendo-os atuar em uma ação meramente competitiva e, com isso, impedir uma visão sinergicamente proativa e colaborativa. É importante você adotar uma postura cooperativa tendo em mente que para o efetivo alcance de um bom resultado as partes devem estar conscientes de que na realidade ambos necessitam do acordo e por isto devem buscar somar esforços;</li>
<li><strong>Não ver o outro lado</strong> – negociadores que não enxergam o outro lado ou os subestimam ficam muito confiantes no sucesso e podem ter surpresas desagradáveis. É básico ter em mente que o outro lado é também um ser humano com seus defeitos e qualidades e à sua frente está um profissional no mínimo com legitimidade para buscar um entendimento. Quanto melhor você puder avaliar a outra pessoa e a instituição que representa mais fácil ficará trazê-la para um acordo. Para tanto é importante levar em conta a predominância do perfil negociador não só da outra para como também o seu;</li>
<li><strong>Não ouvir</strong> &#8211; Na medida em que você ouve atentamente e sem interrupções, habitua-se a decodificar as mensagens do outro lado e obter informações que poderão ser úteis ao processo. Muitas negociações têm o elemento tempo sob forte pressão: é um contrato que precisa ser logo fechado ou outros fatores indutores de pressa &#8211; e com isto deixa-se de ouvir o outro negociador . Uma regra que pode ajudá-lo a ser um ouvinte cada vez melhor é a dos 70/30, ou seja: planeje-se para ouvir 70% do tempo e falar 30%.</li>
<li><strong>Pressa</strong> &#8211; “Coisa feita com pressa é coisa mal feita” já dizia Confúcio. Na armadilha 1 mostrei que em toda negociação visando o alcance de efetivos resultados é necessário o efetivo controle sobre o elemento tempo : &#8211; tempo para avaliar o ambiente interno e externo; para estudar a informação disponível, analisar o perfil do outro negociador , verificar as variáveis que poderão influir no andamento do processo e tempo para você se preparar com segurança e domínio da situação.</li>
<li><strong>Não sequenciar</strong> – Uma negociação será eficazmente realizada na medida em que seja convenientemente administrada nas três fases do processo: 1) preparação (planejamento), 2) implementação (execução) e 3) administração do evento (controle). Nas organizações não é raro você lidar com situações de urgência para alcançar determinado objetivo. Quanto mais dependente de urgências ou emergências a negociação poderá ser comprometida pela dificuldade planejamento e execução para alcance de seus objetivos.</li>
</ol>
<p>Lembre-se que listei apenas seis das muitas armadilhas que podem surgir em um processo negocial. Por isto sempre será oportuno lembrar que negociação é arte e ciência aliada ao talento e experiência pessoal sendo importante estarmos treinados para a superação de eventualidades.</p>
<p>(Material condensado do curso Negociação Avançada, do autor)</p>
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		<title>Teorias sobre Marketing</title>
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		<pubDate>Sat, 09 May 2009 17:07:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Caye</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estudos]]></category>

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		<description><![CDATA[Marketing tem muitas definições técnicas e até tentativas de tradução para o português como &#8220;Mercadologia&#8221; (RICHERS, 1986) ou &#8220;Mercância&#8221; (GRACIOSO, 1971). Seguem algumas consideradas mais significativas: Marketing idiomaticamente, no uso [..]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Marketing</strong> tem muitas definições técnicas e até tentativas de tradução para o português como &#8220;Mercadologia&#8221; (RICHERS, 1986) ou &#8220;Mercância&#8221; (GRACIOSO, 1971). Seguem algumas consideradas mais significativas:</p>
<ul>
<li><strong>Marketing</strong> idiomaticamente, no uso diário, significa: &#8220;comercialização&#8221;, mas também realização.</li>
<li><strong>Marketing</strong> engloba todo o conjunto de atividades de planejamento, concepção e concretização, que visam a satisfação das necessidades dos clientes, presentes e futuras, através de produtos/serviços existentes ou novos.</li>
<li><strong>Marketing</strong> é uma função organizacional e um conjunto de processos que envolvem a criação, a comunicação e a entrega de valor para os clientes, bem como a administração do relacionamento com eles, de modo que beneficie a organização e seu público interessado. (AMA &#8211; American Marketing Association &#8211; Nova definição de 2005).</li>
<li><strong>Marketing</strong> é um processo social por meio do qual pessoas e grupos de pessoas obtêm aquilo de que necessitam e o que desejam com a criação, oferta e livre negociação de produtos e serviços de valor com outros (KOTLER e KELLER, 2006).</li>
<li><strong>Marketing</strong> é a entrega de satisfação para o cliente em forma de benefício (KOTLER e ARMSTRONG, 1999).</li>
<li><strong>Marketing</strong> são as atividades sistemáticas de uma organização humana voltadas à busca e realização de trocas para com o seu meio ambiente, visando benefícios específicos (RICHERS, 1986).</li>
<li><strong>Marketing</strong> é o conjunto de operações que envolvem a vida do produto, desde a planificação de sua produção até o momento em que é adquirido pelo consumidor (Dicionário Michaelis).</li>
<li><strong>Marketing</strong> é o conjunto de estratégias e ações que provêem o desenvolvimento, o lançamento e a sustentação de um produto ou serviço no mercado consumidor (Dicionário Novo Aurélio).</li>
<li><strong>Marketing</strong> conjunto de operações executadas por uma empresa envolvendo a venda de um produto, desde a planificação de sua produção até o momento que é adquirido pelo consumidor (Dicionário Melhoramentos).</li>
<li><strong>Marketing</strong> se observada de forma pragmática, a palavra assume sua tradução literal: Mercado. Pode-se, então, afirmar que Marketing é o estudo do mercado. É uma ferramenta administrativa que possibilita a observação de tendências e a criação de novas oportunidades de consumo visando a satisfação do cliente e respondendo aos objetivos financeiros e mercadológicos das empresas de produção ou prestação de serviços (FRAGA, Robson, 2006).</li>
<li><strong>Marketing</strong> é despertar nos consumidores suas necessidades reprimidas e demonstrar com supri-las através de produtos e/ou serviços.(NÓBREGA, Moacir, 2008).</li>
</ul>
<p>O conceito contemporâneo de Marketing engloba a construção de um satisfatório relacionamento a longo prazo do tipo <em>ganha-ganha</em> no qual indivíduos e grupos obtêm aquilo que desejam e necessitam. O marketing se originou para atender as necessidades de mercado, mas não está limitado aos bens de consumo. É também amplamente usado para &#8220;vender&#8221; idéias e programas sociais. Técnicas de marketing são aplicadas em todos os sistemas políticos e em muitos aspectos da vida.</p>
<p>Retirado do Wikipedia: <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Marketing">http://pt.wikipedia.org/wiki/Marketing</a></p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p>O que eu mais gosto é esse, porque sintetiza o assunto ao extremo: <em>&#8220;é a entrega de satisfação para o cliente em forma de benefício&#8221; (KOTLER e ARMSTRONG, 1999)</em></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Firewall, IDS e VPN em Analogias</title>
		<link>http://rafaelcaye.com/blog/firewall-ids-e-vpn-em-analogias/</link>
		<comments>http://rafaelcaye.com/blog/firewall-ids-e-vpn-em-analogias/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 24 Nov 2008 00:13:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Caye</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estudos]]></category>

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		<description><![CDATA[Concluindo meu curso de Webdesign e Programação Web pela UnisulVirtual vi uma oportunidade de esclarecer, para leigos, alguns conceitos ou termos técnicos em forma de analogias que envolvam [..]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Concluindo meu curso de Webdesign e Programação Web pela UnisulVirtual vi uma oportunidade de esclarecer, para leigos, alguns conceitos ou termos técnicos em forma de analogias que envolvam o nosso cotidiano. </p>
<ul>
<li><strong>Firewall </strong>é uma espécie de guarda. Pense em uma casa com somente uma entrada, a da frente, com um guarda fazendo verificação de crachás ou autorizações para entrada e saída da mesma. A imagem que geralmente é usada para simbolizar o Firewall é um Escudo ou em alguns casos um Muro (formado com tijolos).<br />
 </li>
<li><strong>IDS (Instrusion Detection System) = Sistema de Detectação de Instrusos</strong> que é nada mais que um sistema que emite alertas de invasão, em analogia, é o alarme instalados em casas que são acionados a qualquer invasão de ladrões, porém, dentro da informática, além de sons, podem ser exibidas mensagens para informar a equipe de segurança da rede. Esses são sistemas instalados em redes internas (podem ser instaladas em cada ponto da rede ou um computador central que gerencie toda essa intranet).<br />
 </li>
<li><strong>VPN (Virtual Private Network) = Rede Virtual Privada </strong>se trata, como o nome diz, além de um canal privado, é seguro. Como em grandes cidades tem-se ruas com espaço para ciclistas (usuário a usar o VPN), esse canal é privado e de total segurança pra eles, com uma diferença, só se pode chegar a tal lugar com autorização, trabalha-se com permissões. Se você usar um VPN e conectar em um servidor que disponibilize esse acesso, o mesmo te dará permissões para acessar os destinos que ele achar conveniente, geralmente é usado para acesso ponto-a-ponto e o canal é criptografado.</li>
</ul>
<p>Em outros posts falarei mais sobre vários outros termos técnicos que muitos não compreendem ou até mesmo falam sem saber seu real significado.</p>
<p>hugs2all</p>
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