Imprensa
Amigo do alheio
16/08/09
Trecho publicado no Jornal A Notícia, escrito por Paulo C. Corrêa (paulinhok2@gmail.com)
“A segurança pública perdeu totalmente o controle da situação. Eu, pessoalmente, fui pela 5° vez vítima de furto.
O número de assalto, furtos e roubos tem crescido constantemente em nossa cidade e não faço esforços para imaginar o quanto de dinheiro este negócio gira por mês.
E sobre isto, tenho lido muito comentário insosso, inodoro e sem cor por aí que não apresentam perspectivas e soluções sólidas, apenas falácias. Já não tenho mais a quem apelar.
Em uma das vezes, qual minha surpresa?
Recebo um telefonema anônimo. Identificou-se apenas como o portador, por hora, dos meus objetos. Ofereceu-me as mercadorias de volta. Tentou me intimidar, ameaçando-me de violência física e por fim, chantageou-me.
E AGORA?
COMPRO DE VOLTA O QUE É MEU? PAGO DUAS VEZES!
CORRO O RISCO DE PERDER A MERCADORIA! ‘QUE JÁ PERDI’ OU APANHAR NO MEIO DA RUA?
Até pensei: “já que estou no inferno, não custa nada dar um abraço no diabo”. Mas não. Segui meus princípios morais e decidi correr o risco.
Perco os objetos, já não me interessam mais. “Pode ficar com tudo” – disse a ele por final.
Se aceitasse, mesmo que indiretamente, estaria alimentando e compactuando com a criminalidade. Não favoreço este tipo de gente.
O vidraceiro, já não se importa de eu ter que acordá-lo de madrugada. Fica contente, é lógico.
Policiamento ostensivo funciona, incrivelmente, porém, somente nos momentos em que os meliantes não passam em frente a minha loja, ou rondam minha casa. Sim, como tem o número do meu telefone? Devem ter também meu endereço.
É certo que as autoridades, no cumprimento de suas obrigações, devem atentar para os princípios e garantias constitucionais, porém, daquelas não devem servir de ‘escudo protetor’ para, práticas criminosas.
E sim, que os poderes públicos e organizações políticas, fazendo uso da Constituição Federal e das leis, que cada um deles encontre na sua ação freios capazes de detê-los, de moderá-los, alinhá-los a permanecer
na ordem jurídica, e proteger o cidadão contra os abusos e reparar-lhes os agravos sofridos.
Sendo menores ou não (acredito que nem todos os são), alguém está comprando o que de nós é surripiado. E se furtam para comprar droga, porque não capturar o receptador e o traficante? O problema, ou parte dele então não seria sanado?
O larápio é o problema, mas o aliciador é a causa. Quem são?…
É SIMPLES DE LOCALIZAR.
Nossas policias são muito bem equipadas com profissionais competentes tripulando viaturas novinhas em folha.”
Sávio Moura lança site na internet com os personagens de “É dura a vida no campo”
27/08/08
O cartunista Sávio Moura lança para o mundo, através da internet, o bom humor de suas histórias e charges. Desde 1994 colaborando como chargista de A NOTICIA, ele se dedica à tira “É Dura a Vida no Campo”, criada em 2006 para participação na 2ª Mostra de Artes do Atelier Los Libres. Você pode conhecer os personagens, tudo sobre o autor e ainda participar das interatividades que o site disponibiliza. Para descobrir o melhor do bom humor, acesse www.saviomoura.com.br. Nesta entrevista exclusiva a Alex Duarte, Sávio conta como a idéia surgiu e a finalidade de levar o seu trabalho para a internet.
A NOTÍCIA – Como surgiu à idéia para a criação do site?
Sávio - A idéia surgiu em janeiro deste ano, quando notamos uma necessidade de divulgação da tira fora da nossa região, e também para disponibilizar o livro, visto que ele estava à venda somente em São Luiz. Eventualmente, fazíamos vendas por e-mail e, com o site, o livro poderá ser enviado via correios para qualquer lugar.
A NOTÍCIA – Quem realizou e quanto tempo durou para ser finalizado?
Sávio – O site foi elaborado pelo webdesigner Rafael Caye, em parceria com Alisson Nunes (de Gama/DF). E como não tínhamos pressa, levou cerca de cinco meses, até porque íamos definindo aos poucos quais seções seriam mais interessantes. Mas o normal é o prazo ser bem menor para desenvolvimento de um site.
A NOTÍCIA – O que as pessoas encontram nele?
Sávio - Além das tiras, há informações sobre o autor, obras, quadrinhos preferidos, curiosidades, histórico dos personagens, glossário gaúcho, blog para as últimas notícias, e o mais importante, a parte das “dicas
para professores”, que a professora Ivone Ávila está me auxiliando, onde constam exemplos de como trabalhar as tiras em sala de aula, estimulando no aluno o prazer pela leitura, e nesse ponto as histórias
em quadrinhos têm um poder muito grande de cativar os futuros leitores. Também estamos desenvolvendo a parte dos “produtos’, onde teremos à venda os livros e também miniaturas em resina dos personagens, feitas pelo Vinícius Ribeiro. Aos poucos, iremos acrescentar mais itens.
A NOTÍCIA – Qual a finalidade de levar seu trabalho para a internet?
Sávio – O principal objetivo é a divulgação da história e dos personagens. Tenho um prazer enorme em fazer as tiras da turma do Chiru Velho e do Porco. E quanto mais pessoas acompanharem, mais gratificante fica.
A NOTÍCIA – Quais as interatividades existentes?
Sávio – As pessoas podem entrar em contato, deixar recados, se cadastrarem no “newsletter” para serem informados quando houver novidades. Mais adiante vamos desenvolver jogos e passatempos para as crianças e, aos poucos, iremos inserindo mais atividades no “dicas”.
A NOTÍCIA – As pessoas podem acompanhar as histórias no site?
Sávio – No site podem ser lidas as últimas 10 tiras na seção “últimas tiras”, e mais 10 tiras aleatórias na parte “outras tiras”. É uma experiência diferente, uma espécie de aventura que ainda não sabemos que
extensão terá. E também por isso estamos nos divertindo bastante.
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Reportagem ORIGINAL do Jornal A Notícia.
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Entrevista para a coluna “Gente” do Jornal A Notícia
06/03/08
Gente – Quando decidiste que trabalharia como webdesigner? Sempre gostou ou foi descobrindo o talento aos poucos?
Desde pequeno sempre fui muito curioso. Um pouco tempo, mais precisamente 5 anos (em 1999), depois que a imagem do provedor de acesso privado havia sido liberado para comércio no Brasil eu tive a oportunidade de conhecer a internet (naquela época por conexão discada) e com isso surgiu este grande interesse em querer entender como funcionava uma “página na internet”. No início não sabia nem como, muito menos pelo “que” procurar em relação a criação dessas páginas. As coisas foram aparecendo, com 12 anos eu já havia desenvolvido meu primeiro website (bem simples e horrível, devo confessar), não havia muitos recursos e eu só estava começando. O tempo foi passando, a cada dia aprendendo uma coisa nova, com 16 anos eu já dominava programas gráficos, nos quais eu já criava ambientes mais bonitos, enfim, tudo foi acontecendo, fui gostando, hoje estou me especializando nisso e acho tudo muito divertido, empolgante. Me sinto feliz fazendo o que faço. Hoje é útil.
Gente – O que um webdesigner precisa para ter sucesso nesta profissão?
Como em qualquer outro ramo, precisamos de muita vontade, ânimo, auto-confiança, estudo, enfim, buscar por novidades em meio a tecnologias, se adaptar as mudanças, ser responsável e ter seriedade. Ainda existe um grande preconceito com os jovens em relação a responsabilidades e comprometimento, antes de “dar a palavra”, eles precisam “matar a cobra e mostrar o pau”, em outras palavras, quero dizer que ainda sofrem com essas desconfianças de que são irresponsáveis, preguiçosos e isso e aquilo. Jovem é sinônimo de trabalho mal feito, isso não é verdade, falta, na realidade, oportunidade.
Gente – És o responsável pela RAMAWEB. Que tipos de trabalhos a empresa executa? Qual o perfil das empresas que te procuram para criar um site?
Sim, hoje, por inviabilidades, a sociedade se desfez, a RAMAWEB mantém seus trabalhos somente com os clientes atuais. Sigo trabalhando em parceria com vários outros webdesigner (programadores) do Brasil inteiro. Executo trabalhos voltados a sistemas on-line, vão de websites institucionais a websites de comércio, chamamos estes de E-commerce. Também trabalho com Design Gráfico (logotipo, identidade visual, flyers… enfim, mídias em geral). As empresas que me procuram sabem do grande potencial da internet, umas querem vender, outras somente divulgar e outras informatizar. São pessoas que imaginam grandes oportunidades, de fato, são vencedoras, futuramente a internet fará delas uma empresa melhor. Muitas delas ainda têm medo, em geral, as pessoas têm esse receio de internet, talvez pela insegurança, outras por não conhecer e não ver utilidade. Internet não é bicho de sete cabeças e só é insegura para quem não tem um objetivo.
Gente – A Internet hoje é um dos grandes meios de divulgação de empresas e trabalhos. Acreditas que um site tem o poder de alavancar para o sucesso uma empresa ou mesmo um profissional?
Depende do produto que ela disponibiliza, do público que ela quer atingir, dos preços, as formas de pagamento, forma de envio e promoções. Se eu abrir uma fruteira on-line, vou precisar de produtos de qualidade; devo projetar o site para pessoas que costumam ir a fruteiras (no seu ponto de venda física), pois este será meu público-alvo; meus preços devem ser justos, num padrão de mercado; disponibilizar várias formas de pagamento (cartão de crédito, boleto bancário, depósito… enfim); devo saber para que região atender, para poder entregar deste produto em ótimo estado e por fim, talvez o mais chato, manter a imagem da empresa, divulgando novidades e promoções (via banners ou e-marketings).
Gente – No teu currículo, quantos sites já criastes e qual o teu preferido, pelo conteúdo e pelo formato?
Pela RAMAWEB, já criei mais de 40 sites (para a região e todo o Brasil), alguns (hoje) estão inativos. Atualmente, como Freelancer, até final de abril, terei mais 5 projetos no ar (são clientes do Distrito Federal, Espírito Santo, enfim, de vários partes do país, inclusive de fora dele, como Los Angeles-EUA). Devo destacar o site da Coopatrigo como meu preferido: www.coopatrigo.com.br, pela genialidade que meu irmão (Leonardo, 15 anos) teve ao criar parte do design do portal que de imediato foi aprovado e adaptado a ele (a animação do topo, com a entrada do sol junto aos silos). Outros são de rádios e jornais que possuem um bom conteúdo informativo: www.radiosepe.com.br e www.nova.fm (Santo Ângelo), www.radiomissioneira.com e www.radiosaoluiz.com (São Luiz Gonzaga), www.atribunars.com.br (Santo Ângelo) e www.folhadaproducao.com.br (Cerro Largo).
Como comprar um computador?
08/02/08
Lhe faço outra pergunta: O que você pretende/quer fazer com este computador?
Vai depender muito, digamos, um computador para edição de textos, não precisa ser lá aquele “Bicho”… um computador para se aventurar em meios 3D, dentro de jogos, nas condições atuais, jogos que requisitam uma configuração de extrema, este sim, precisa ser “O Bicho”.
O que é este Bicho?
É uma maquina com mais memória, com mais processamento, mais vídeo, mais isso e aquilo… simples, mais pontente!
Antes de comprar um computador, veja a sua real necessidade, é isso que vai garantir a satisfação da sua compra.
Abaixo está uma entrevista que dei na Rádio Missioneira (www.radiomissioneira.com) sobre tudo isso e mais um pouco.
Entrevista: dia 08.02.2008 às 9:15 (25min).
Boomp3.com



