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	<title>Rafael Caye &#187; Minhas filosofias</title>
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	<description>Webdesigner e Programador Front-End (XHTML, HTML, CSS em suas versões, JS...). Amante da tecnologia. Criativo, perfeccionista, detalhista, chato. Por vezes banca um filósofo alucinado, de bom coração.</description>
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		<title>Nossa cidade é linda!</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Nov 2011 03:37:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Caye</dc:creator>
				<category><![CDATA[Minhas filosofias]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p>Ao enumerar as coisas boas acabamos tendo um pouco de dificuldade, afinal, o que é bom é pra ser bom mesmo, ou &#8220;normal&#8221;, então não nos incomoda a ponto de marcarmos cada ponto positivo. As coisas tranquilas não nos perturbam, logo o que sobra para ser comentado ou retaliado são as anormalidades, o que, pelo contrário, faz com que nos indignemos. O ser humano sabe criticar e enxergar de fato só as coisas que são ruins em qualquer situação e o elogio foi trocado por um dever ser.</p>
<p>Concordo que haja cenários lindos e maravilhosos em São Luiz, concordo também que temos uma cidade tranquila, garantido paz à criação de nossas crianças e também temos ótimas escolas. Temos tradição, cultura, povo hospitaleiro, gente educada, o povo é de primeira. Sem dúvidas somos o melhor que podemos ser para turistas.</p>
<p>Se tratando de quesitos como beleza e tranquilidade, ótimo, são perfeitamente preenchidos também, em relação às metrópoles, ixi, só de lembrar em pegar vários ônibus para chegar no trabalho dá um desânimo, o que aqui é diferente, tudo é pertinho, tudo bem bom. Bem&#8230;</p>
<p>Vamos sair um pouco do ponto principal da cidade? Vide bairros, vilas&#8230; Se for pra falar da cidade, que seja contemplado o todo e não só o centro comercial. O centro é bonito, é agradável, vejam, não discuto isso, e por favor, não se ofendam, pois moro aqui há 17 anos, falo do que vejo, do que vivo, falo de mim, da minha casa, da minha família, do meu dia-a-dia, enfim, já me sinto ofendido o suficiente. Não precisamos ir muito longe do centro com o objetivo de buscar boas razões para se descontentar. Não falo de coisinhas. Falo de questões básicas de funcionalidade, que envolvem a vida diária das pessoas, de trabalhadores, e cito como exemplo fundamental as nossas ruas que são intransitáveis. No centro não se vê isso. No centro é lindo e maravilhoso &#8211; sim, mas no centro.</p>
<p>Quando saio de casa, todos os dias vejo isso: <a href="http://www.facebook.com/photo.php?fbid=2013251905584&amp;set=a.1825072281211.76870.1672386147&amp;type=3&amp;permPage=1">http://www.facebook.com/photo.php?fbid=2013251905584&amp;set=a.1825072281211.76870.1672386147&amp;type=3&amp;permPage=1</a> // Seria uma boa razão (por experiência própria) para ir defronte à tudo que foi dito até aqui. Minha rua é a parte mais importante da cidade pra mim e pra minha família e se eu não ver motivos que possam me alegrar quanto à tudo isso partindo da minha rua, uma vez que faço tudo que todos fazem (contribuição) e tenho o direito de exigir algo bonito pra mim também, vou acabar achando que o privilégio do bom e do melhor está para quem mora no centro e eu poderia dizer quem sabe que o bom mesmo é poder usufruir das coisas boas que só o pólo comercial de São Luiz pode proporcionar.</p>
<p>Podemos elogiar São Luiz, mas as demagogias não podem sobressaírem-se aos fatos vergonhosos. Agora, que bela Administração Municipal a gente tem hein?</p>
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		<title>A força de uma ideologia: professores</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Oct 2011 04:06:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Caye</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
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		<description><![CDATA[Eventualmente paro para analisar as coisas que me rodeiam. Posso analisar qualquer coisa, principalmente aquilo que me incomoda. Tenho um bom olhar crítico. Sou modesto também.  Dessa vez [..]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eventualmente paro para analisar as coisas que me rodeiam. Posso analisar qualquer coisa, principalmente aquilo que me incomoda. Tenho um bom olhar crítico. Sou modesto também.  Dessa vez parei para ver a euforia de um início de dia com as crianças indo pra escola. Não só isso, mas também a imagem do professor nesse contexto e imaginei como seria o mundo sem professores, sem escolas. Parei de pensar nessa besteira porque tive a rápida conclusão de que o mundo não seria coisa lá muito boa.</p>
<p>Minha mãe é professora e eu encontro pelo menos 3 outros professores na faculdade (quando me ausento de algumas aulas) durante a semana e me pergunto: O que motiva um professor a ser professor, a buscar que seus alunos entendam o que lhes é ensinado, a mudar o mundo procurando formar bons cidadãos?</p>
<p>Não me digam que é um bom salário (como na faculdade) porque não há coerência alguma em relação aos professores do ensino fundamental e médio que têm pífios salários e lá estão, firmes e fortes. E falo mais, quem tem um salário menor acaba tendo menos condições de ter uma vida melhor, acaba tendo mais preocupações e de certa forma, tem muito mais coisas contrariando suas vontades de irem pra escola lecionar. Alguns nem carro tem e precisam passar longas horas dentro de um ônibus, quando não trocam de linhas nesse mesmo trecho, até chegar a uma escola  e outros vão a pé, mesmo sob mal tempo.</p>
<p>Nossos professores sofrem. Minha mãe mesmo já chegou em casa incomodada, chateada, desiludida com algumas classes, alunos. Têm muitos que não se importam com nada e de fato vão pra escola só pra incomodar. Cadê a educação dessas crianças? Não adianta chamar pai, mãe, avó, avô, tio&#8230; qualquer que seja para informar-lhes da má conduta de seus tutelados porque falo de alunos do ensino médio, pré-adolescentes que já tem formação de caráter e discernimento, que dificilmente apresentarão melhorias em curto período de tempo na sua forma de ser, por estarem na idade de acharem que são importantes e ao mesmo tempo de não ter responsabilidade com nada. E quando os pais vão discutir sobre o modo de ser de seus filhos na escola, a maior parte deles criticam os professores e a forma como conduzem suas aulas, quando não se importam e ainda acham bonito a atitude dos filhos ao passarem a mão no bum-bum das meninas.</p>
<p>Vejam só, ainda estou falando do quão dura é a vida de um professor e continuo me perguntando: O que os motiva?</p>
<p>Será que esses interesses são mesmo pela questão empregatícia? Será a ideologia e a busca de um mundo melhor?</p>
<p>Porque estou falando dos professores? Simples, são eles que promovem de fato a nossa independência. São essas pessoas que nos ensinam a ler, escrever, pensar, estudar, pesquisar, enfim, nos preparam para o trabalho, nos dignificam apresentando maneiras de descobrirmos nossa essência, nossos dons. São eles  que apresentam modelos de hábitos para a vida que naturalmente segue em contínua evolução. Enfim, são basicamente elementos fundamentais na nossa vida, principalmente voltada para questão profissional, de modo a formar brotos independentes de opinião e atitudes.</p>
<p>Eu poderia estar falando besteira se as pessoas deixassem de se preparar para lecionar e simplesmente acordassem desse sonho de ser professor, mas não, ainda há algumas demandas pelos cursos de matemática, física, química, biologia, história entre outros em faculdades do país inteiro, sabendo esses que a renda de um professor não é merecedor de qualquer manifesto de satisfação.</p>
<p>Esse interesse em lecionar &#8220;ainda&#8221; existe, não sei até quando, mas é importante ressaltar a dificuldade de encontrar profissionais qualificados ou especializados em determinadas disciplinas.</p>
<p>A demanda das escolas é grande. Os salários são pífios e a ideologia se parece fraca diante de uma realidade pouco favorável. Ou nosso país toma jeito e valoriza agora, ou teremos problemas quando decidirmos valorizar ao perdemos nossos professores, bem como, esse espírito patriota de formar verdadeiros cidadãos.</p>
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		<title>À procura de uma leitura para se apaixonar</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Oct 2011 03:36:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Caye</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Escrever sem história pra contar; sem querer chegar a lugar algum; escrever sem emoção; escrever por escrever, com base em algo que possa lhe perturbar ou simplesmente seduzir [..]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Escrever sem história pra contar; sem querer chegar a lugar algum; escrever sem emoção; escrever por escrever, com base em algo que possa lhe perturbar ou simplesmente seduzir &#8211; sedução que incomoda, tortura, tira o sono e ao mesmo tempo é combustível para iniciar boas combinações de palavras; escrever sem paixão, sem se importar, é como querer namorar sem se preocupar em dar atenção pra ela, ou então beijá-la por obrigação; escrever sem um propósito é como viver por viver, sem ter nada pra fazer, ócio depressivo, que faz adoecer.</p>
<p>Não tenha medo de escrever. Não siga regras ou padrões de escrita. Preocupe-se em passar sua ideia. Comece agora! E quando o fazer, procure fazer jus à atenção do seu leitor, de preferência escreva algo que faça sentido. Seu leitor é seu chefe. Preste contas à ele com respeito. Uma escrita oficial desprovida de compromisso com o que se escreve pode te fazer ser demitido ou então perder credibilidade. Seja ousado, inovações fundamentadas são de interesse de todos. Liberte-se!</p>
<p>Há quem diga que pensamos para escrever, mas na prática, escrevemos para pensar. Neste ponto parei de escrever para pensar, não porque preciso pensar pra escrever, mas sim porque o que estou escrevendo me fez parar para pensar na sequência daquilo que eu já havia escrito. Se pensássemos para escrever, não teríamos cuidados com as conjugações e concordâncias verbais, já que grande parte do que se escreve sugere pensarmos e analisarmos o que melhor se encaixa palavra após palavra. Não é fascinante? </p>
<p>Geralmente quem escreve sem se preocupar com quem está lendo, é também quem não gosta de ler. Particularmente, antes de entrar na faculdade eu lia livros de fácil entendimento, eram histórias, romances, casos fictícios que me faziam viciar, como aquelas novelas que de alguma forma nos prendem sem que percamos nenhum capítulo. Depois que entrei na faculdade, comecei, por obrigação, fazer leituras acadêmicas, estas mais complicadas de se entender, em alguns casos exigindo repetições e até mesmo pesquisas fora dela.</p>
<p>Percebo que minha facilidade em escrever e até mesmo fazer essas leituras complexas e obrigatórias da faculdade de modo a entender claramente, são decorrentes dos romances, novelas em livros que lia. Certo que foi um período de forte sentimento, quando aprendi a gostar disso.</p>
<p>Gostar é sentir. Caso sintas paixão por algo, sempre terás tempo para aquilo. Como o fumante que sempre tem um tempinho pra dar aquela &#8216;pitada&#8217;, ou aquele bêbado que diariamente dá atenção especial à sua pinga, ou então como um namorado apaixonado, que sempre arruma um tempinho pra sua namorada. Assim também é com a leitura e escrita. Se há paixão, há sempre um tempinho pra isso.</p>
<p>Caso tenhas dificuldade em escrever ou simplesmente odeia ler, experimente algo mais fácil. Comece do simples e vá avançando. </p>
<p>Esforce-se por essa causa, apaixone-se, dedique-se! É uma relação de afeto. Quando há paixão, há sofrimento e é preciso estar ciente disso também. De qualquer forma, como o amor, que surge com a relação e sugere possíveis demoções, há mais momentos bons que ruins e o final é de plena satisfação.</p>
<p>Evolui-se pela satisfação, esta que vem em forma de conhecimento, quando conseguimos ter melhores convicções sobre a vida, principalmente quando compreendemos determinadas más circunstâncias dela. O conhecimento nos tranquiliza. Ao compreender somos mais pacientes com o nosso próximo. Nos tornamos efetivamente melhores como ser humanos. Aprendemos a amar com a razão também, e não só com o coração.</p>
<p>Escrever e ler são práticas de fundamental importância e podem ser, de modo disciplinado, implementadas na vida das crianças, para assim criarmos novos tipos de cidadãos, pensantes, evoluídos, apaixonados pelo saber, com mais chances de mostrar e trazer um mundo com benfeitorias consideráveis. Só teremos resultados efetivos com um novo jeito de fazer, com novos hábitos, e revolucionários.</p>
<p>Viver sem saber, não é viver, é apenas fazer parte disso.</p>
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		<title>A loucura de hoje</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Sep 2011 15:51:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Caye</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Minhas filosofias]]></category>

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		<description><![CDATA[Em uma dessas aulas de Sociologia, na URI, verifiquei a possibilidade de medir índices de doenças provenientes do estresse, antes da Revolução Industrial (Capitalismo), e depois. Falo de [..]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em uma dessas aulas de Sociologia, na URI, verifiquei a possibilidade de medir índices de doenças provenientes do estresse, antes da Revolução Industrial (Capitalismo), e depois. Falo de índice de pessoas com depressão.</p>
<p>Antes do capitalismo as pessoas viviam nas e com suas terrinhas. Eram vidas tranquilas, simples, até poderia haver alguma depressão, mas pelo que pude entender, vivemos baseados em um modelo de vida. Se essas pessoas simples não tinham tantos modos de imaginar (baseado em esteriótipos), talvez elas não se exigissem tanto como poderiam se exigir depois que puderam visualizar (dentro do capitalismo) um modelo novo de vida, esse, já recheado de poder, de domínio, uma vida de luxo, cheio de coisa boa.</p>
<p>Era uma época sem modelos de vida, ou pelo menos, não se fazia essa análise, já que as pessoas plantavam em suas terras para proveito próprio, era essa a forma mais tradicional de sobrevivência. Estou falando do período feudal, ou, feudalismo. É verdade que nessa mesma época os reis, tiranos, esculhambavam (com seus senhores feudais, mandantes) a vida simples das pessoas, mas elas tinham uma vida dinâmica (é aqui que mora o segredo da minha dissertação).</p>
<p>Depois do Capitalismo, com a introdução do Taylorismo (forma de trabalho onde há um gerente que cuida da logística de tudo que acontece na indústria, de cada o processo, de cada etapa do trabalho, de cada pessoa em uma linha de produção), onde um (que pensava) mandava e as outras com pouca instrução, apenas executavam, estas, pessoas simples do campo (recém citadas acima). O povo veio do interior pra cidade trabalhar nas indústrias. A vida das pessoas então começava a mudar, daquela tranquila, para uma mais agitada. </p>
<p>Com o advento de um novo conceito, ainda dentro do capitalismo, uma espécie de Taylorismo versão 2, ou, Fortismo (processo parecido com de Taylor, porém, melhor, adotado por Henry Ford em suas indústrias), que sugeria a implantação de uma esteira entre os funcionários, fazendo com que a produção ganhasse agilidade e as pessoas não precisassem sair do lugar para pegar alguma ferramenta ou outra peça. Isso, de fato, agilizou o processo. Nesse momento as pessoas deixariam de ter vidas dinâmicas em ambientes de trabalho para se tornarem estáticas e cheias de estresses, desencadeando assim as tais &#8216;depressões&#8217; do mundo atual.</p>
<p>Quando as pessoas dizem coisas depreciativas em relação à &#8220;Segunda-feira&#8221;, significa isso: Um incômodo,uma irritação, frustração, tristeza de ter que fazer aquilo que elas não gostam de fazer com seus ofícios. Quem gosta do que faz não reclama do dia, inclusive trabalham nos finais de semana. O trabalho é o próprio lazer&#8230; mas enfim, isso é outro papo.</p>
<p>Henry Ford que garantiu, pela primeira vez, alguns benefícios às pessoas, como vale-transporte, vale-refeição, etc. Foi ele que pagou os melhores salários da época. É ele também que sugeriu a ideia de que as pessoas tivessem momentos de lazer (fazer o que se gosta) com seus finais de semana e chegassem na segunda-feira bem dispostos para trabalhar pra ele, rsrs&#8230; nada mais interessante para seu negócio.</p>
<p>É isso, você não acha que ter uma vida simples no campo evita basearmos num modelo de conforto que no fundo não precisamos ter, só porque os outros têm? Conforto é bom sim, eu também quero isso pra mim um dia, uma casa bonita, um carro bonito, uma vida profissional de sucesso com uma estabilidade considerável&#8230; um belo esteriótipo, porém, sujeito, nesse percursso, à alguns momentos de intenso estresse. Uma corda bamba acima de um abismo de loucura nos dias atuais.</p>
<p>Comente!</p>
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		<title>O que os pais sabem sobre educação?</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Sep 2011 03:58:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Caye</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os pais de hoje em dia têm muita dificuldade em dizer &#8216;não&#8217; para os filhos e baixam a guarda quando eles falam mais alto. Falta de educação. Falta [..]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os pais de hoje em dia têm muita dificuldade em dizer &#8216;não&#8217; para os filhos e baixam a guarda quando eles falam mais alto. Falta de educação. Falta de mostrar o que é certo e errado. Vê-se crianças se prostituindo. Vê-se crianças usando drogas. Vê-se crianças roubando. Vê-se crianças fazendo o que é ERRADO.</p>
<p>E a tal moral nossa de cada dia que deprecia ao passar dos tempos? Seu valor tornou-se pífio. Isso, em algum momento da era, foi importante? O problema, eu acho, está na importância dada àquilo que faz refletir, experimentar (no imaginário) o que é legal ou não: Ética. </p>
<p>Tá faltando os pais dizerem: Isso é errado! Isso é correto! Isso PODE! Isso NÃO PODE!</p>
<p>Ou seja, além de os pais não ensinarem direito o que é e não é legal, a TV mostra que os dominantes do poder também fazem coisas erradas. Errar, portanto, está na moda. Ser anti-ético é legal. Não há punidade né? Claro, é &#8216;dahora&#8217;!</p>
<p>Voltando pra fiolosofia barata: Moral é a coisa concreta, resultado de costumes e Ética é o que fiscaliza nossas ações. Ética não se aplica somente em grupos sociais ou sociedade, é também uma coisa individual. Más ações podem denegrir a nossa e a minha imagem/moral.</p>
<p>Concordam que a questão ética das pessoas está um pouco destoada? Falta dar ênfase nisso. Tá fácil ver gente passando a perna em outro e achando que isso é lei de sobrevivência. Mas é uma barbaridade!</p>
<p>Em suma, ética é seu anjinho da guarda que pensa sempre assim &#8220;Isso pode ou não pode?&#8221;. Ele vai sempre aparecer quando você quiser fazer uma coisa que no fundo você sabe que é errado, exemplos:</p>
<p>- Quando você mente;<br />
- Quando você tira vantagem em cima de outro;<br />
- Quando você se prejudica em função dos deleites (prazeres) da vida de maneira desordenada e despreparada (princípio da luxúria);<br />
&#8230;</p>
<p>Enfim, há várias situações. Na maioria das vezes, sabemos diferenciar o certo do errado. Eu consigo. Você consegue? </p>
<p>Se você é bom nisso, decida fazer uma coisa fora de convenção, algo inovador, diferente, que você acha legal e tudo mais. Decidiu? Agora pergunte pra 10 amigos o que eles acham da sua decisão. Acho que assim a gente consegue entender melhor como funciona a ética e a precariedade que envolve ela nos dias atuais.</p>
<p>O Decálogo, ou, 10 mandamentos, é o que define basicamente um padrão de boas práticas de conduta. É o que garante credibilidade e uma boa moral ao ser humano. </p>
<p>Ainda acho que a ética tem mais importância, mas isso vai depender da sociedade que o indivíduo vive. Um exemplo disso: algumas tribos de índios cometiam infanticídio quando nasciam gêmeos, onde um dos bebês é sacrificado. Nós achamos isso um absurdo, nossa ética, que rapidamente avaliou nossa história (moral) determina que isso é errado. Mas, para os índios, é uma prática costumeira.</p>
<p>Assim acontece nos dias atuais. Se nossa cultura/costume se reserva em ensinar mal os filhos, ou, deixar de dizer que tal coisa é errada ou certa, eles, no futuro, vão achar que passar a perna em outro para benefício próprio, é também uma prática costumeira. </p>
<p>Saibam dizer não, queridos papais e mamães!</p>
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		<title>Aprender é um dever</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Jun 2011 12:05:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Caye</dc:creator>
				<category><![CDATA[Minhas filosofias]]></category>
		<category><![CDATA[aprender]]></category>
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		<description><![CDATA[Nos tornamos seres estúpidos e arrogantes quando ignoramos o fato de procurar aprendizado para as pequenas dificuldades da vida. Falo da busca pelo conhecimento consistente. Algumas coisas são [..]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nos tornamos seres estúpidos e arrogantes quando ignoramos o fato de procurar aprendizado para as pequenas dificuldades da vida. Falo da busca pelo conhecimento consistente. Algumas coisas são tão cruciais e as esquecemos, mesmo que sejam coisas básicas, temos o dever de relembrá-las, reaprendê-las, até porque esquecer é humano e vivemos em constante evolução.</p>
<p>Aprender é buscar e absorver conhecimento, adquirir habilidade para a prática, é vir a ter sensibilidade, ser e ter para dar exemplo. Aprender é saber ser e fazer.</p>
<p>Ao se desfazer dos hábitos de leitura e bons diálogos para nosso crescimento, empedramos nossos sentimentos, tornando-os estáticos, enraizados, isso porque quando se aprende, damos nossa atenção, nosso entusiasmo e compreensão, ou seja, damos algo em troca a fim de receber as coisas boas do aprendizado.</p>
<p>Quando deixamos de ceder, nosso egoísmo ganha pontos. Não diga que não és egoísta, pois todo ser humano é. Veja bem, não quero fazer alusão à ideia de que todo ser humano nasce assim. Acredito no que o grande filósofo Rousseau dizia que &#8220;todo ser humano nasce bom, a sociedade e suas culturas é o que o corrompem&#8221;. Ser egoísta é fechar-se e não dar margem, não dar abertura para outrem qualquer, nem mesmo para o crescimento.</p>
<p>Sentimentos que machucam precisam ter fluxo, devem ser cíclicos. Esses são baseados em conceitos, entendimentos. Conhecendo mais conseguimos dar vasão a tudo e não nos pregnamos àquilo que não evolui. Falo de sentimentos que o egoísmo gera quando as pessoas se afastam de nós.</p>
<p>Meu professor de filosofia da URI gosta muito de dizer que somos seres dialéticos (cada um com sua verdade, razão) e dialógicos (que se comunicam pelo diálogo), dentre vários aspectos, e esses dois em especial me fazem crer que de fato vivemos em constante mudança, de hábitos e conceitos sobre tudo. Aprender é uma necessidade do corpo. É como comer para nos nutrir. Aprender é uma forma de evitar o suicídio pelo consciente.</p>
<p>Aprender salva. Aprender te faz abrir os olhos. Aprender quebra bloqueios. Aprender te faz menos egoísta. Aprender te faz mais humilde e sábio. Sábio não é aquele que tem inteligência apenas, mas aquele que a utiliza para o bem, em prol da evolução.</p>
<p>Aprender é tornar-se aberto a fim de entender coisas que você desaprova em qualquer situação.</p>
<p>Em uma relação conjugal aprendemos diariamente. Aprender, nesse caso, é amar. Leia mais sobre isso em &#8220;Amar é renunciar&#8221;: <a href="http://rafaelcaye.com/blog/2011/06/amar-e-renunciar/">http://rafaelcaye.com/blog/2011/06/amar-e-renunciar/</a></p>
<p>Aprenda ou morra!</p>
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		<title>Amar é renunciar</title>
		<link>http://rafaelcaye.com/blog/amar-e-renunciar/</link>
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		<pubDate>Wed, 01 Jun 2011 11:59:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Caye</dc:creator>
				<category><![CDATA[Minhas filosofias]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[doar]]></category>
		<category><![CDATA[egoísmo]]></category>
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		<category><![CDATA[renúncia]]></category>

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		<description><![CDATA[Síntese rápida de &#8220;Namoro&#8221;, autor Prof. Felipe Aquino. Livro brilhante. Amar é esquecer-se. É anular-se. É satisfazer ao invés de satisfazer-se. É doar-se para a construção e crescimento [..]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Síntese rápida de &#8220;Namoro&#8221;, autor Prof. Felipe Aquino. Livro brilhante.</em></p>
<p>Amar é esquecer-se. É anular-se. É satisfazer ao invés de satisfazer-se. É doar-se para a construção e crescimento do outro. É dar a vida. É renunciar. É um desafio. É um processo longo. É uma decisão racional.</p>
<p>Longo porque precisamos arruinar/desconstruir nosso egoísmo. Isso porque o &#8220;<em>amor não busca seu próprio interesse</em>&#8221; (1Cor 13).</p>
<p>Tremer ao lado da pessoa amada não é amar. É satisfação de ego. Se o coração bate mais forte perto da pessoa amada. Isso é sensibilidade. O amor é calmo e sossegado. Ainda não é amor.</p>
<p>Dê tudo e receberá tudo! <em>&#8220;De tudo pelo Tudo&#8221;</em> (São João da Cruz).</p>
<p>Se um dia reclamares de falta de amor, possivelmente a culpa seja sua por não semear amor na relação. &#8220;<em>Deus nos colocou neste mundo para os outros&#8221;, </em>como diz João Bosco.</p>
<p>São precisos oito anos para formar um médico. Dez para se formar uma tese e se tornar doutor. Para amar é preciso uma boa preparação também.</p>
<p>O casamento é um namoro que deu certo. Namorar por namorar não funciona e não te dará um casamento legal. Semear vento fará com que colhas boas tempestades. Que casamento daria certo se a preparação (namoro) não correu como deveria?</p>
<p>Sim, o amor trás mudanças. O amor muda. Você só pode dizer que &#8216;ama&#8217; alguém a partir do momento que você tiver resposta para as perguntas: Estou me esquecendo? Estou renunciando? Estou me dando?</p>
<p>Não tenha medo de fazer as coisas por amor. A máxima dessa doação é o fato de Jesus morrer por todos nós. Não estou pedindo para morrer por amor, simplesmente não tenha medo de se dar. Se entregue!</p>
<p>Bom amor à humanidade!</p>
<p>Leia você também: <a href="http://www.skoob.com.br/estante/livro/10265551">http://www.skoob.com.br/estante/livro/10265551</a></p>
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		<title>Sinceridade e compreensão caminham juntas</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Apr 2011 03:12:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Caye</dc:creator>
				<category><![CDATA[Minhas filosofias]]></category>

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		<description><![CDATA[Toda relação amorosa tem como base a sinceridade, o respeito, a compreensão, e claro, aquele sentimento que ninguém sabe descrever: o maravilhoso amor, aquele carinho especial! Nem sempre [..]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Toda relação amorosa tem como base a sinceridade, o respeito, a compreensão, e claro, aquele sentimento que ninguém sabe descrever: o maravilhoso amor, aquele carinho especial!</p>
<p>Nem sempre um lapso de sinceridade é entendido como um conselho ou uma coisa boa. O ser humano é realmente muito complexo, difícil de entender. Há sensações involuntárias que surgem pelo ego ferido. Falo daquela sinceridade que faz uma crítica no modo de ser ou pensar de uma pessoa.</p>
<p>Comparo o ego ferido como um princípio de vida contestado. A sinceridade às vezes pode abalar toda uma história de anos, fundamentos que uma cultura isolada ajudou a moldar. É incrível como uma maneira de ser (construída por muito tempo) pode ser colocado em pauta para reflexão interna do ser, a fim de ser desconstruída parcialmente ou revista, por um choque que a sinceridade provocou em alguns poucos segundos.</p>
<p>Isso causa indignação pra quem precisa reavaliar sua forma de ser. Surge aí a chateação, uma possível mágoa, o surgimento de revolta, pequena ou grande, de qualquer maneira, há um processo inicial de mudança e toda mudança é drástica, radical.</p>
<p>Depois que a parte sincera sugere mudanças e vê que isso causa revolta naquela pessoa que ela tanto considera, a sinceridade dá lugar ao estresse, isso acontece porque ela entende que a outra pessoa <strong>não absorveu sua sinceridade como uma coisa boa</strong>. Na prática as coisas funcionam muitas vezes assim. Acontece então a briga, o desentendimento, a disputa entre egos.</p>
<p>É óbvio que em uma primeira situação a sinceridade causa incômodo ao outro, entenda! Há uma série de coisas que precisam ser revistas, e de fato, isso é bem chato.</p>
<p>Quem quer usar da sinceridade precisa entender que uma crítica pode gerar um tornado dentro da outra pessoa. E quem recebe a crítica precisa controlar esse tornado porque a sinceridade veio em forma de conselho, uma ajuda para uma possível evolução, ou seja, para que as coisas possam melhorar para si e para a relação. Mas é muito mais difícil para quem já está revoltado usar do controle. É mais fácil pra quem foi sincero utilizar da calma para amenizar a situação.</p>
<p>Bom mesmo é quando a sinceridade vem acompanhada de compreensão, ao invés de uma armadura, com um escudo e uma espada, em posição contra qualquer atitude do revoltado (que involuntariamente ficou assim). Não! A relação saudável não usa armas. Quer saber como resolver isso de um jeito fácil? Use carinho! Ofereça flores, cubra de beijos, abrace, brinque, seja esportivo e esqueça da defesa. Ataque mais! Mas com doçura. Nesse momento você é o ponto de equilíbrio. Compreenda que a revolta foi você que causou na sua alma gêmea e ela não quis ficar assim, afinal, sentimentos são involuntários.</p>
<p>É muito mais interessante uma sinceridade ser absorvida juntamente de um carinho sincero. Assim ninguém perde uma noite de sábado por uma chateação que poderia ser facilmente chamada de fútil.</p>
<p>Para o que reclama da crítica, vai uma dica: reflita com calma! Se você se chatear com algo, fique calado! A sinceridade veio para ajudar e não para futilmente ferir seu ego. Avalie antes! Pense! Repense! A poeira baixou? Seus princípios ainda estão dispostos a um novo molde para o melhor? Que bom! Estamos indo rumo à evolução. Parabéns! rsrsrs&#8230;</p>
<p>Os seres humanos são difíceis mesmo. Compreender isso é difícil. Deixar o orgulho de lado às vezes é mais difícil ainda, e quando aprendermos a amar incondicionamente, seremos apresentados à felicidade na sua nudez pura e perfeita.</p>
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		<title>Nós somos seres humanos ou nos tornamos humanos?</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Mar 2011 20:18:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Caye</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Minhas filosofias]]></category>
		<category><![CDATA[filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[seres humanos]]></category>

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		<description><![CDATA[Como qualquer espécie, surgimos em meio à uma comunidade que nos molda &#8211; pelo seu costume. Nos tornamos àquilo que a própria espécie se tornou ao longo do [..]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como qualquer espécie, surgimos em meio à uma comunidade que nos molda &#8211; pelo seu costume. Nos tornamos àquilo que a própria espécie se tornou ao longo do tempo. Somos reflexos da sociedade em que vivemos. Uma construção baseada em tudo aquilo que a espécie criou pra fugir do que é natural ou proveniente da natureza: Cultura.</p>
<p>De maneira geral, o ser humano se torna humano baseado no que as gerações anteriores daquela espécie definiram como costumes e crenças. Mas a espécie em si é o que de fato nos mantém “humanos”?</p>
<p>Não. Ninguém se torna humano vivendo sozinho. A humanização se dá pelo fato da interação ou relacionamento entre outros da mesma espécie, considerando, evidentemente a questão cultural.</p>
<p>Nascer humano é uma coisa. Viver como um humano é outra. Alguém já deve ter lido aquela história que fala de duas crianças que se perdem da família e são adotadas e criadas por lobos, em meio livre, na natureza. Elas uivavam em madrugadas, andavam de “quatro-pés”, comiam carne podre, não tinham feições de tristeza, nem alegria. Nunca riram, nem choraram. Viviam como lobos, como animais.</p>
<p>A única vez que uma das crianças chorou foi quando uma delas morreu (irmã).</p>
<p>Se essa história é verídica ou não, há uma coerência e comprova a teoria que de fato sustenta não nascermos verdadeiros seres humanos e sim a de que ao longo do tempo, nos tornamos o mesmo.</p>
<p>Em alguns presídios de segurança máxima, no mundo, é permitido as famosas “solitárias”, não por muito tempo. Mas porque há uma preocupação com relação ao “tempo”? &#8211; Ficar sozinho muito tempo torna as coisas mais difíceis, isso desumaniza, quebra a essência humana da pessoa. Ela desaprende o social (como alguns “nerds” que vivem sozinho e são verdadeiros “tapados” quando têm a oportunidade de conversar com outras pessoas de maneira presencial).</p>
<p>É engraçado. As prisões são lugares que, pela história, eram para ressocializar, reestruturar a dignidade da pessoa humana e parece (pelo que vemos nos jornais, tevês, internet e afins) que presos aprendem mais daquilo que os fizeram entrar lá. Mas isso é outro assunto, não é esse o meu objetivo.</p>
<p>Anyway, ninguém nasce pra viver sozinho. O ser humano nasceu para se relacionar com outros seres humanos e isso é cientificamente comprovado.</p>
<p><strong>A palavra</strong></p>
<p>Somos formados por elas. E ela está em um simples diálogo, na pequena comunicação, troca de ideias, interesses, sugestões, no dever, no direito, na escrita, na leitura, no mental. Um exemplo é o fato de eu poder escrever isso, com uma opinião formada conforme orientações obtidas através de algumas leituras, textos de autores diferentes (lembrando: por meio de palavras).</p>
<p>É isso. Em outro texto quero falar sobre o modelo de conhecimento empregado no mundo todo e quem sabe concluirmos de maneira prática o porque das sociedades serem errôneas consigo mesmas. O mundo está aí, pra quem quiser ver, e tá todo errado, a meu ver.</p>
<p>Fui!</p>
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		<title>O que é Natal?</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Dec 2008 11:23:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Caye</dc:creator>
				<category><![CDATA[Minhas filosofias]]></category>

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		<description><![CDATA[Longe de mim querer explicar para vocês leitores sábios o que é Natal, todos já sabemos em detalhes o que é Natal.  Mas&#8230; você realmente sabe o que [..]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Longe de mim querer explicar para vocês leitores sábios o que é Natal, todos já sabemos em detalhes o que é Natal. </p>
<p>Mas&#8230; você realmente sabe o que é Natal?</p>
<p>Pois veja só, pra mim, é uma data especial, antes de vincular (como homenagem ao nascimento do carinha lá) o sentido histórico com a data, paro pra analisar outras coisas.</p>
<p>É engraçado, as pessoas aproveitam a data pra se encontrar, famílias e mais famílias fazem reuniões em suas casas, parentes, é motivo de comilança, de gargalhada, de bebedeira, de diversão entre família.</p>
<p>Mas porque só no Natal as pessoas fazem isso?</p>
<p>Porque aproveitam o Natal pra chegar perto de alguém que amamos, pra lhe desejar &#8220;Feliz Natal&#8221;, como se não pudéssemos, muitas vezes, todos os dias abraçar quem amamos e sermos carinhosos do mesmo jeito.</p>
<p>Não preciso que o Natal apareça pra dizer que amo minha mãe, meu pai, meu irmão&#8230; minha irmã, vó, vô, tia, tio, primos, afilhados&#8230; namorada, enfim.</p>
<p>Temos todos os dias do ano.</p>
<p>Agora, daríamos pra concluir que Natal é também uma aglomeração infinita de sentimentos bons em lugares segmentados, em grupos de pessoas.</p>
<p>Podemos seguir com esses sentimentos bons por quase todo o ano (sei que temos nossos dias ruins, mas aposto que nem todos são).</p>
<p>Não espere o final do ano pra viajar e ir encontrar sua família pra dizer &#8220;Feliz Natal&#8221; somente, não lhe custa toda semana ligar pra casa e usar do mesmo afeto e atenção para com seus familiares.</p>
<p>Eu falo essas coisas, mas sei que vai ser difícil quando eu sair de casa, sei que isso não é fácil, mas vou tentar.</p>
<p>Natal é momento de refletir.</p>
<p>Natal é momento de se reunir com quem amamos.</p>
<p>Natal é momento de se viver bem.</p>
<p>O que é gozador é o fato de eu também, parar tudo pra escrever, justamente no Natal, hehehe&#8230; isso virou uma mania, uma espécie de força de hábito, de costume. Podemos melhorar, a humanidade pode melhorar&#8230;</p>
<p>Podemos rezar todos os dias, podemos dizer &#8220;te amo&#8221; todos os dias, podemos ser felizes mesmo estando de cara virada, todos os dias, enfim&#8230;</p>
<p>A vida é agora e não nos finais de ano.</p>
<p>(Desculpem-me se escrevi besteira, senti isso tudo nesses dias, saindo pelas ruas, casas cheias de gente, coisa que acontece só final de ano&#8230; enfim.)</p>
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